Foto: Arquivo Pessoal
Com um prejuízo estimado de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026, os Correios continuam correndo contra o tempo e contra uma dívida acumulada que cresce cada vez mais. Segundo a direção da empresa, a atenção está voltada à normalização dos fluxos de entrega e à amortização dos prejuízos através da venda de parte do patrimônio. Na quinta (14), o governo federal, por meio do Ministério das Comunicações, publicou uma portaria que amplia as possibilidades de atuação dos Correios. A estatal, que passa por um processo de reestruturação, poderá explorar serviços postais de logística integrada, serviços postais eletrônicos, serviços postais financeiros e serviço móvel pessoal por meio de rede virtual.
Leilão
Em Santa Maria, um patrimônio histórico, localizado na Rua Ernesto Beck, esquina com a Visconde de Pelotas, Bairro Rosário, está com cartaz de leilão. O valor estimado, conforme o Diário já divulgou, é de aproximadamente R$ 4 milhões. O imóvel, que funcionava como antiga garagem e centro de distribuição, possui mais de 11 mil m2 de área. Interessados podem fazer contato pelo site responsável pelos leilões, ou pelo WhatsApp (11) 94226-6207. A vizinhança está torcendo muito pela venda, porque tanto o prédio como o pátio e a calçada estão tomados pelo mato, causando insegurança geral.
Palestra Magna
Segunda-feira, dia 18, às 20h10min, o desembargador federal William Douglas vai proferir uma palestra sobre “Desafios Contemporâneos da Liderança: Pessoas, Tecnologia e Propósito”. O evento será no auditório da Faculdade Antônio Meneghetti (AMF), em Restinga Sêca, abrindo o Curso de Gestão de Magistrados, promovido pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados da Justiça Militar da União (ENAJUM), que ocorrerá de 18 a 22 de maio. A Palestra Magna terá ainda a participação do diretor da ENAJUM, Péricles Aurélio Lima de Queiroz, do ministro do Superior Tribunal Militar, Leonardo Puntel, e do juiz federal da Justiça Militar, Celso Celidônio.
O impacto das novas regras da CNH nos CFCS
As autoescolas do Rio Grande do Sul perderam em média 35% de seus funcionários, com o novo processo de concessão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O vice-presidente do Sindicato dos CFCs no Rio Grande do Sul, Rodimar Dall Agnol, disse que essas perdas já vem ocorrendo desde agosto do ano passado, com o anúncio das mudanças drásticas na formação dos condutores. A partir daí os CFCs começaram a se reorganizar em suas estruturas operacionais. O ponto forte aconteceu em dezembro, com a publicação da resolução 1020 , reduzindo a exigência de 65 aulas de preparação (45 teóricas e 20 práticas), para apenas 2 aulas práticas. Em Santa Maria os percentuais de redução de vagas estão entre 45% a 50%.
Diferenças no sistema
No Rio Grande do Sul, os CFCs funcionam através de concessão, como serviços públicos delegados. Com isso, além da formação de condutores, também fazem um papel que é do Estado, como exames médicos e psicológicos, abertura e validação de processos de habilitação. Em outros Estados, onde o serviço prestado era apenas de formação de motoristas, muitos encerraram suas atividades. No Rio Grande do Sul, não houve fechamento, mas quatro CFCs da grande Porto Alegre pediram suspensão temporária de seus credenciamentos.