Foto: Camila Porto (Divulgação)
Saiu no site oficial e nas redes sociais da Câmara de Vereadores, nesta semana, a notícia de que a gestão deu início a “uma ampla obra de restauração e revitalização do Palacete situado na Vale Machado”. Desta maneira, a empresa contratada (via processo licitatório) está tocando os serviços junto à chamada “fachada norte, escadaria monumental e iluminação” do prédio.
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Ok, é válido. Está tudo bem. Mas, mas… acontece que, ano passado, a direção do parlamento (mesmo grupo atual, aliás) “alardeou” que haveria uma grande reforma junto ao Plenário (troca de piso, conserto do telhado e, ainda, o Plano de Prevenção contra Incêndio, o PPCI), o que, aliás, nunca aconteceu.
Perguntar não ofende: que fim deu dessa, sim, reforma que seria realizada? E ainda: a gestão da Casa, ano passado, saiu a procurar imóvel para uma possível mudança. Enfim, cá entre nós, uma tolice, para ser brando.
Pedidos esquecidos
Na reunião da Comissão Representativa, do último dia 10, terça-feira, repercutiu a fala do vereador Tubias Callil, do PL, que foi enfático ao dizer que o Executivo municipal dá de ombros aos pedidos (tanto de providência quanto de informação) feitos pelos vereadores à prefeitura.
A manifestação dele ganhou adesão dos demais colegas. Governistas, inclusive, disseram que são ignorados solenemente pela gestão municipal. O edil liberal alertou para um possível problema legal para o prefeito Rodrigo Decimo. À coluna, um integrante do governo municipal revelou que não faltam alertas internos na prefeitura para que sejam observados os prazos legais que precisam ser cumpridos à risca.
Um adendo: na largada do governo de Cezar Schirmer, lá em 2009, o então secretário de município, o falecido Giovani Manica, colocou a equipe da comunicação oficial para estar atenta a essa demanda. O que, aliás, era feito de forma conjunta com outro entendedor do funcionamento do Legislativo, o ex-vereador, também falecido, Paulo Airton Denardin. Não havia vácuo nem pedido que não fosse atendido e respondido.
E agora? Bueno, queixas há. E de sobra.