O PSDB local busca mostrar que mesmo com a saída do maior nome da sigla em Santa Maria, o do ex-prefeito Jorge Pozzobom (que, junto com outros líderes locais, inclusive o prefeito Rodrigo Decimo, seguiu Eduardo Leite para o PSD), está na ativa. Prova disso é que no dia 9 de março deve acontecer a apresentação da nominata provisória da executiva municipal que tem Admar Pozzobom como presidente e o também vereador Givago Ribeiro como vice.
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Com uma bancada com três parlamentares – ainda que Lorenzo Pichinin, são os indicativos, esteja mais próximo de uma possível ida para o MDB –, o PSDB quer deixar claro que está vivo e atento aos movimentos do tabuleiro da política e, claro, no pleito deste ano. Ou seja, o PSDB de Santa Maria buscará (e já trabalha nisso) mostrar que terá candidato local tanto para a Assembleia quanto para a Câmara dos Deputados.
Ainda é cedo dizer quem será (serão) o(s) nome (s) para essa tarefa. Fato é que, até aqui, os dois principais núcleos da sigla: os Pozzobom e os Ribeiro acenam para uma aliança que, neste momento, tem objetivo bem nítido: não deixar o ninho dos tucanos vazio.
O que está pegando
Na verdade, na verdade, o fato de Guilherme Badke, vereador do Republicanos, ser o campeão de gastos da Câmara, com R$ 28,5 mil utilizados em 2025, é importante, mas não é o que está pegando agora, na sua viagem a Natal, que custará, só em diárias, cerca de R$ 3 mil (R$ 757,50 por dia). O que está pegando, meeesmo, é que o mesmo evento acontecerá uma semana antes em Porto Alegre, onde o custo seria menor.
“Contaminação”
Com o fim do recesso, após o Carnaval, será retomada a Legislatura no Palacete da Vale Machado. Duas questões surgem. Uma: a prefeitura reapresentará a proposta da Reforma Previdenciária. Outra: que nível de contaminação haverá nos trabalhos por conta da eleição, inclusive pela participação, como candidatos, de no mínimo três edis: Alice Carvalho (PSol), Luiz Fernando Lemos (PDT) e Sidinei Cardoso e/ou Valdir Oliveira (PT).
Trocas na prefeitura
Debandada em curso? O falatório dentro e fora do Centro Administrativo e, inclusive, já chegou aos corredores e importantes gabinetes do Palacete da Vale Machado, sede do Legislativo, é que terminado o Carnaval e com a proximidade do março (mês em que o ano “começa”) haverá mudanças (e não seriam poucas) no primeiro escalão da prefeitura municipal. E o cochicho já é grande, nas duas sedes de poderes.
Trocas na prefeitura II
O discurso ouvido pela coluna (e sem citar nomes, do contrário ninguém fala) é que, se o primeiro ano foi “politicamente ruim”, agora é chegada a vez de tentar fazer diferente. Mais que isso, a ideia seria se “despegar” do governo passado, ainda muito presente nos corações e mentes da maioria. Por isso, a ideia seria, com disse uma fonte, ter um governo com ares de “menos Pozzobom” e mais Decimo e Lúcia. Mmm...
Para fechar
Ainda se está a medir, tanto no petismo quanto no pedetismo, o tamanho do significado para a definição das candidaturas canhotas em outubro, do encontro, devidamente fotografado, entre o presidente Lula, o líder nacional do PDT, Carlos Lupi, e a pré-concorrente ao Palácio Piratini pelo partido fundado pelo falecido Dr Leonel, Juliana Brizola.