Foto: Vinicius Becker (Diário)
Os vereadores que integram a Mesa Diretora decidiram na última terça-feira (7), e no atropelo, pela retirada dos tapumes que estavam na frente da fachada do Palacete histórico da Vale Machado. A decisão seria uma forma de minimizar o desgaste de se ter, aos olhos da opinião pública, uma “casa fechada”, o que não chega a ser exatamente uma verdade.
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A obra em questão seria para restaurar e revitalizar o centenário imóvel, que é um patrimônio histórico de Santa Maria. Mas concretamente quase nada aconteceu. Até hoje, a Câmara perdeu a oportunidade de explicar os fatos e o que se sucedeu quanto à contratação de empresa da Bahia, que ganhou uma licitação superior aos R$ 600 mil, e fez uma lambança, tanto que não encaminhou, a rigor, qualquer enfrentamento à obra.
Agora, o fato é que os setores administrativos e operacionais da Câmara terão de improvisar novamente para abrir as portas da Casa do Povo. Ou seja, se coloca a necessidade de realocar servidores para que possam organizar o acesso de novo pela entrada principal, o que traz um novo arranjo às funções e desgaste no dia a dia do Parlamento - segundo ouviu o próprio colunista, direto dos corredores do Palacete.
Em tempo: a imagem que ilustra esta nota foi produzida nesta quinta-feira. Naquele momento, a decisão havia sido cumprida e as placas e paredes sustentadas pelos tapumes já haviam se ido.