O assunto certamente voltará a este espaço. No caso, as candidaturas a deputado estadual e federal. Que, por sinal, é a tendência do momento, serão menos que em 2022, na Boca do Monte. Há quatro anos, foram 11 à Câmara dos Deputados e nada menos que 20 à Assembleia Legislativa. Muito dificilmente essa quantidade se repetirá agora.
Até agora, a coluna identificou não mais que cinco a deputado federal e 11 a estadual. A confirmar-se nas convenções, o número é cerca da metade de quatro anos atrás. A tendência, porém, que se diga, é ver aumentar o nome dos que vão concorrer. Inclusive por imposição partidária ou para oferecer parceria para um graúdo da sigla.
Exemplos? Que ninguém duvide se Givago Ribeiro vier a ser posto na lista de concorrentes a deputado estadual no PSDB. Para fazer dobradinha com Admar Pozzobom, que vai a federal? Talvez.
E também não descarte a possibilidade de Marcelo Bisogno surgir de novo como concorrente à Assembleia. No caso, para servir de dupla com Luis Carlos Busatto, presidente estadual do União Brasil, e que precisaria de uma parceria em Santa Maria.
Nos dois casos, Givago e Bisogno, o troco para a campanha, que não é pouco, viria do Fundo Eleitoral, respectivamente do PSDB e do UB. Enfim, goste-se ou não, é assim que a banda toca. E dança quem pode. Ou precisa.