Foto: Divulgação
Que se diga: não faltaram vontade e empenho de pedetistas da região central do Estado. Mas o fato é que João Luiz Vargas, embora cacifado, com história pra lá de imponente (ex-prefeito de São Sepé, deputado estadual e conselheiro e presidente do Tribunal de Contas do Estado) não foi mesmo indicado para ser candidato a suplente de senador, fosse como segundo de Manoela D’Ávila, do PSol, ou do santa-mariense Paulo Pimenta, do PT.
No final das contas, outros critérios não especificados levaram a outros nomes para as suplências. Todos devem ser confirmados, entre o final de julho e o início de agosto, pelas convenções partidárias.
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Mas, quem foram os escolhidos? A saber: na chapa de Pimenta, o pedetista, ex-deputado Vieira da Cunha, do PDT, é o primeiro suplente. A segunda é a petista Tamyres Filgueira. Já na chapa de Manoela, os indicados são o ex-deputado petista Henrique Fontana (primeiro) e o vereador caxiense Lucas Caregnato, também do PT.
Em ritmo de Copa
Ao que tudo indica, os gabinetes parlamentares no Palacete da Vale Machado parecem ter entrado no ritmo dos jogos da Copa do Mundo. Uma breve circulada pelos corredores da sede do parlamento e se percebe salas fechadas ou vazias.
O efeito desse fato também pode ser conferido na falta de quórum de comissões permanentes, as quais os vereadores não hesitaram em se ausentar. Obviamente que algumas justificativas de ausências estavam contempladas pelo Regimento Interno. No entanto, outros vereadores apenas “comunicaram” que não conseguiriam estar presentes nas reuniões das comissões. Se isso é legal ou moral, quem se importa? O Neymar é que não.