A gasolina baixou. Mas não há motivos para comemorar, pois a redução irrisória não faz nem cócegas no bolso do consumidor. É que, após a alta expressiva devido ao reajuste da PIS/Cofins, os postos agora ajustaram os valores. O preço médio do litro em 25 postos da cidade pesquisados nesta segunda pelo Diário caiu de R$ 3,98 para R$ 3,97. A queda foi registrada em 12 dos 25 estabelecimentos visitados. A boa notícia é que vale a pena pesquisar, pois os preços variam de R$ 3,85 a R$ 4,16.

Ruas do entorno da Saturnino terão bloqueios a partir de segunda
DIESEL
Já no caso do óleo diesel, a média do litro subiu de R$ 3,09 para R$ 3,10. Foram oito postos que aumentaram o preço, contra apenas três que diminuíram. A variação ficou entre R$ 2,93 e R$ 3,34.
O motorista sentiu a alta dos combustíveis após o anúncio do governo federal de reajuste de um dos impostos que incidem sobre o preço da gasolina e do diesel, o PIS/Confins. O índice saltou de R$ 0,38 por litro de gasolina para R$ 0,79. Ou seja, um aumento que pode chegar até R$ 0,41. E o que isso significa? Que apesar de o consumidor já estar pagando caro, ele pode pagar ainda mais. O motivo é que com todos estes reajustes, o preço médio ainda não subiu estes R$ 0,41. No início de junho, o valor médio do litro da gasolina era de R$ 3,67 e, nesta segunda, estava na casa de R$ 3,97 – ou seja, subiu, em média, R$ 0,30, abaixo dos R$ 0,41 da alta do PIS/Cofins.
Produtora desmente boato sobre cancelamento de show
O mesmo ocorre com o diesel, que teve uma variação do preço médio de R$ 0,14 por litro, passando de R$ 2,96 para R$ 3,10, quando anunciado foi de R$ 0,46 de reajuste de PIS/Cofins.