UFSM aprova relatório de gestão 2022–2025 e define prioridades para novo ciclo

UFSM aprova relatório de gestão 2022–2025 e define prioridades para novo ciclo

Foto: Rian Lacerda (Diário)

O Conselho Universitário da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aprovou, na manhã desta sexta-feira (24), o Relatório de Gestão 2022-2025, marcando o encerramento do ciclo de trabalho do então reitor Luciano Schuch e sua equipe. O documento reúne os principais resultados do Plano de Metas do período e aponta as principais conquistas, os desafios e os dados sobre o desempenho da instituição em ensino, pesquisa e extensão. A eleição da primeira mulher para o cargo de reitora em 65 anos de história da universidade também marca o fim do ciclo.

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A reitora Martha Adaime expica que, neste novo ciclo de gestão, a prioridade central está na assistência estudantil, na permanência do aluno e nas questões de sustentabilidade, alinhando-se diretamente aos desafios de Inclusão Social e Gestão Ambiental do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).

– Somado a isso, o Desenvolvimento Regional ganha destaque especial por meio de uma integração intensa com a comunidade, refletida na participação ativa da gestão em agendas locais e regionais – complementa.

Com relação ao novo Plano de Metas 2025-2027, Martha destaca que, apesar desse foco inicial, o desempenho nos demais desafios institucionais, como a Internacionalização e a Inovação,mantém-se sob atenção por meio da atuação estratégica das Pró-Reitorias.

– Cada pasta executa projetos específicos, originados no plano de gestão apresentado durante a campanha, que asseguram a continuidade das metas estabelecidas no PDI vigente. Dessa forma, as frentes seguem com suporte técnico dedicado, garantindo que nenhum desafio fique descoberto e que o progresso da instituição ocorra de maneira equilibrada e integrada – afirmou a reitora.

Avaliação contínua

Em 2026, a UFSM dará início à rediscussão do PDI para a próxima década, processo no qual a gestão atuará de forma colaborativa para consolidar as novas prioridades levantadas pela comunidade acadêmica.

– Esse movimento permitirá ajustar os indicadores institucionais às necessidades contemporâneas, unindo os projetos estratégicos das pró-reitorias às vozes de docentes, técnicos e estudantes. Assim, a universidade reafirma seu compromisso com a excelência técnica e social, preparando-se para os desafios dos próximos dez anos com uma base sólida e participativa – finaliza Martha Adaime.

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