Produtores rurais têm até 30 de junho para informar ocorrência de javalis no Rio Grande do Sul

Produtores rurais têm até 30 de junho para informar ocorrência de javalis no Rio Grande do Sul

Foto: Embrapa (divulgação)

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) convida os produtores rurais gaúchos a participarem de um levantamento sobre a ocorrência de javalis e seus impactos nos campos gaúchos.

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O questionário pode ser respondido até o dia 30 de junho e tem como objetivo reunir informações que auxiliem o Serviço Veterinário Oficial no planejamento de ações de vigilância, prevenção e controle desses animais.

As informações fornecidas pelos produtores são fundamentais para identificar as áreas com a presença de javalis e avaliar os riscos que eles representam para a agropecuária, o meio ambiente e a sanidade animal, e também contribuir para a proteção dos rebanhos, da produção rural e dos ecossistemas.


Questionário online

O questionário é preenchido de forma on-line, não possui caráter fiscalizatório e pode ser acessado por meio desse link.


– A participação dos produtores é essencial para ampliar o conhecimento sobre a ocorrência de animais asselvajados no Estado e aprimorar as estratégias de monitoramento e controle adotadas pelos órgãos de defesa agropecuária – destaca a chefe da Divisão de Defesa Sanitária Animal da Seapi Grazziane Rigon.


Uma das piores pragas da agricultura no mundo

Javalis são considerados pragas para a agricultura devido ao seu comportamento invasor, alta capacidade de reprodução e hábitos alimentares generalistas. Eles reviram o solo em busca de alimento, destruindo lavouras inteiras, especialmente de milho, soja, arroz e hortaliças, além de danificar pastagens. Esse comportamento também prejudica a estrutura do solo, favorece a erosão e compromete o replantio. Além disso, podem atacar pequenos animais, invadir áreas de criação e romper cercas e sistemas de irrigação. Outro risco é a transmissão de doenças para rebanhos domésticos, como suínos e bovinos, o que amplia os prejuízos econômicos e sanitários no campo.


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