Santa-marienses relatam os primeiros dias na Copa do Mundo

Santa-marienses relatam os primeiros dias na Copa do Mundo

Foto: Arquivo pessoal

Registro feito no Estádio Azteca, onde assistiram Uzbequistão 1 x 3 Colômbia

Os jornalistas santa-marienses Tiago Medeiros e Anderson Carpes, formados na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), estão a turismo na Copa do Mundo. Na quarta-feira (17), no Estádio Azteca, na Cidade do México, eles acompanharam a vitória da Colômbia sobre o Uzbequistão, por 3 a 1. Na madrugada de domingo (21), a 1h (horário de Brasília), eles vão assistir Tunísia x Japão, em Monterrey, também no México.


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Na bagagem dos dois, destaque para as bandeiras e camisetas de Inter-SM e Riograndense. Os dois fazem questão de vestir as cores dos times profissionais de Santa Maria.


Foto: Arquivo pessoal


– Nossa estreia nessa Copa foi no jogo Uzbequistão x Colômbia, no Estádio Azteca, na Cidade do México, que considero uma dos arenas mais emblemáticas da história do futebol, junto com Maracanã e Wembley. Foi um espetáculo, com mais 80 mil pessoas na arquibancada. E a experiência da Copa vai muito além do jogo em si. Muitos torcedores que encontrei no estádio me perguntaram de que time era a bandeira vermelha e branca que eu estava levando. Com certeza, agora tem muitos colombianos e uzbeques que conhecem mais o Inter-SM. Estou chegando a Monterrey com a expectativa lá no alto para assistir a Tunísia x Japão, o jogo 1.000 da história das Copas do Mundo, e para levar a bandeira do nosso alvirrubro e o nome de Santa Maria a mais um estádio do Mundial – fala Medeiros, torcedor do Alvirrubro de Santa Maria.


O torcedor do Periquito, Anderson Carpes, relata as impressões nos primeiros dias de Copa do Mundo.


Foto: Arquivo pessoal


– Quando passamos o portão principal do lendário Estádio Azteca e enxergamos aquele mar amarelo de colombianos, percebemos o quão representativa é a Copa do Mundo e o quanto o povo sul-americano é apaixonado por futebol. E somente a Copa do Mundo para dar uma noção exata dessa dimensão. O fato mais positivo tem sido a troca de experiências e vivências com culturas distintas do Brasil, mas que também, por vezes, se convergem. Foi assim com torcedores equatorianos, sul-africanos, colombianos, mexicanos e até mesmo uzbeques, este último, em número menor e avistados somente no dia do jogo. O mais gratificante de tudo isso foi ser abordado por vários torcedores e também por produtores de conteúdos, que questionavam que clube correspondia ao escudo da bandeira e o porquê da escolha em visitar o México. Esse troca certamente proporcionará ao Periquito um voo muito além das quatro linhas. A expectativa agora é de que, em Monterrey, esse intercâmbio de conhecimentos ligados ao futebol santa-mariense continue promovendo, valorizando e fortalecendo a nossa história esportiva local – conta Carpes.


No total da “aventura”, Medeiros e Carpes irão passar também por Estados Unidos e Canadá, vendo um total de 8 ou 9 jogos. Eles ficam nos países da Copa até o dia 13 de julho.


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