Foto: Divulgação
Marília foi recepcionada pela galerista Regina Galbinski no vernissage, em 8 de junho
A artista visual Marília Chartune, secretária-adjunta de Cultura e diretora do Museu de Arte de Santa Maria, integra a exposição coletivaO tempo passa, a arte fica, que celebra os 30 anos da Gravura Galeria de Arte, em Porto Alegre. A mostra reúne obras de 66 artistas e permanece em cartaz até 1º de agosto, na sede da galeria, na Rua Corte Real, 647, no Bairro Petrópolis.
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Marília participa da exposição com a obra Cena Urbana, uma pintura em acrílico sobre tela de 70 x 70 centímetros. Segundo a artista, o trabalho retrata o movimento de uma grande cidade por meio de pinceladas expressivas que sugerem as silhuetas de edifícios, a circulação de pessoas e os reflexos da luz sobre o chão.
– A exposição representa uma síntese da trajetória construída pela galeria ao longo de sua história. O mercado de arte se fortalece graças ao trabalho de pessoas que promovem e valorizam a produção artística. A Gravura desempenha esse papel há três décadas – afirma Marília.
Trajetória na galeria

Marília integra o grupo da Gravura Galeria de Arte há mais de 15 anos, após ser indicada pelo artista Erico Santos. Desde então, realizou duas exposições individuais e participou de mostras coletivas, além de integrar catálogos e exposições promovidas pela galeria.
A artista também destacou a participação na abertura da exposição, realizada em 8 de junho.
– Receber esse convite foi uma grande honra. A presença do público e o reencontro entre artistas e amigos tornaram a noite muito especial para celebrar a cultura e a trajetória da galeria – diz.
Entre os artistas participantes da mostra estão Clara Pechansky, Britto Velho, Zoravia Bettiol, Erico Santos, Marília Fayh, Paulo Amaral, Maria Inês Rodrigues, Velcy Soutier, Isabel Marroni e Vitor Hugo Porto. Considerada a "madrinha" da Gravura Galeria de Arte, Clara Pechansky foi a responsável pela primeira exposição individual realizada no espaço, em 1996.
Segundo a organização, o título O tempo passa, a arte fica faz referência ao papel da arte na preservação da memória e à trajetória da galeria na valorização da produção artística ao longo de três décadas.