Foto: Rafael Ribeiro (CBF)
Pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães foi uma das marcas da eliminação

Infelizmente, o que era previsível se confirmou. Era muito difícil acreditar que o Brasil fosse longe na Copa do Mundo. Um amontado de jogadores não identificados, misturados a veteranos que se acostumaram a não ganhar com a camisa mais pesada do futebol mundial e um técnico estrangeiro. Só poderia dar nisso.
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Nosso goleiro não faz defesas milagrosas. Nosso principal zagueiro termina com “inho”. Não temos laterais. Não temos um meia armador indiscutível. Não temos um centroavante goleador. Afinal: o que temos?
Futebol se resolve na qualidade e o que assistimos na Copa do Mundo não poderia ser diferente para o Brasil. E o pior é que não vejo perspectiva de que teremos mudanças tão cedo. Não vou eleger Carlo Ancelotti como um culpado, mas ele teve sua parcela de erro ao convocar poucos meio-campistas e tentar aplicar o esquema 4-2-4. O Brasil tinha um buraco escancarado no meio. Mas há quem goste e diga que o futebol moderno é assim.
E coitado do Neymar! Foi a sua quarta e última Copa e ele nunca teve um parceiro à altura.