Saiba quais as reações mais comuns de alergias causadas por vacinas e remédios

Saiba quais as reações mais comuns de alergias causadas por vacinas e remédios

Foto: Marcelo Oliveira (arquivo, DSM)

Muitas pessoas já sentiram insegurança ao iniciar um medicamento novo ou ao receber uma vacina e, diante da dúvida, se perguntaram: “E se eu tiver alergia?” Embora reações adversas possam acontecer, informação adequada e diagnóstico correto são fundamentais para garantir a segurança do tratamento.


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Medicamentos são essenciais para a manutenção da saúde, mas nem sempre o organismo reage da forma esperada. É importante diferenciar efeitos colaterais comuns — como sonolência ou desconforto estomacal — de uma reação alérgica, que ocorre quando o sistema imunológico reage à substância ativa do remédio.


Coceira, manchas vermelhas, inchaço no rosto e dificuldade para respirar são sinais de alerta. De acordo com a médica Cláudia Valente, coordenadora do Departamento Científico de Imunizações da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, a penicilina está entre os medicamentos que mais frequentemente provocam alergias. Já o ibuprofeno, segundo ela, tende a ser melhor tolerado pela maioria das pessoas.


Mas é possível identificar previamente se alguém terá alergia a um medicamento ou a uma vacina recém-lançada? A resposta, conforme a especialista, ainda é não.

– Esse caminho contrário, da gente fazer um diagnóstico prévio da pessoa para receber aquele medicamento ou vacina, ainda não é possível. A recomendação do alergista é ,se a pessoa sabe que é alérgica a determinada substância ou alimento, ela passa a olhar a bula para saber se contém aquilo que ele é alérgico – orienta


No caso das vacinas, reações como dor no local da aplicação e febre baixa nas primeiras 48 horas são consideradas normais e indicam que o sistema imunológico está respondendo. No entanto, se os sintomas forem persistentes ou mais intensos, a orientação é procurar a unidade de saúde onde a dose foi aplicada, para que o caso seja avaliado e notificado ao sistema de farmacovigilância do Ministério da Saúde.


Mesmo com a possibilidade de eventos adversos, a médica destaca que não há motivo para evitar medicamentos ou imunizantes.


– É importante ressaltar que eventos adversos a vacinas e medicamentos são raros. São substâncias seguras, que passam por avaliação e aprovação da Anvisa. Por isso, siga sempre a orientação do seu médico – reforça.




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