Cassiano Cavalheiro: como foi o espetáculo “O Lago dos Cisnes”, do Ballet Ivone Freire e da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, aclamado pela plateia lotada

Cassiano Cavalheiro

Cassiano Cavalheiro: como foi o espetáculo “O Lago dos Cisnes”, do Ballet Ivone Freire e da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, aclamado pela plateia lotada

Leandro

Aquece, alonga, ensaia, afina… Separadamente, um espetáculo de balé ou um concerto de uma grande orquestra exigem muita dedicação dos envolvidos. Imagina quando um único espetáculo reúne as duas artes? É dedicação, emoção e aplauso em dobro. Foi essa experiência que o público de Santa Maria teve a oportunidade de presenciar na última quinta-feira à noite, quando a Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), apresentou O Lago dos Cisnes, interpretado e apresentado pela Escola de Ballet Ivone Freire e pelo projeto Dançando para Educar.

O clássico composto pelo artista russo Tchaikovski ganhou vida na Cidade Cultura no palco do Park Hotel Morotin, e foi prestigiado por centenas de pessoas que lotaram o salão de eventos. No palco, 44 artistas integravam o elenco, composto por bailarinos de 15 a 57 anos.

Na plateia, teve gente assistindo em pé tamanha a procura. Crianças com os olhos atentos, provavelmente se imaginando no palco, dezenas de celulares para registrar alguns momentos, e aplausos, muitos aplausos compunham o público. Para o maestro Tita Sartor, que está à frente da orquestra, é uma oportunidade ímpar para a comunidade prestigiar essa parceria já habitual que ocorre, pelo menos, uma vez por ano, com a escola de balé.

Para a diretora da escola Ivone Freire, Bia Isaia, é importante para os jovens bailarinos revisitar um clássico para a formação da nova geração. E ela ressalta que esse tipo de evento é a união das artes, e significa um privilégio para o balé (dançar ao som de uma orquestra ao vivo) e um presente para a cidade. Presente aceito pelo público visto a casa cheia. Única observação que eu faria é em função do local com plateia plana. Isso prejudica muito a visão do público e compromete um pouco a experiência. Seria ideal que o evento ocorresse no Centro de Convenções da UFSM, inaugurado em 2017 e que, atualmente, não tem recebido nenhuma atividade. Estamos em busca de informações para saber se há previsão de reabertura.

Texto: Cassiano Cavalheiro, [email protected] / Fotos: Nathália Schneider

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