Armandinho Ribas

No Rio de Janeiro em junho

Esse guri inquieto que escreve de onde estiver, falando coisas de onde está! Pois hoje me encontro aqui, no Rio de Janeiro, em pleno junho, perambulando pelas ondas das calçadas de Copa, contornando arcos da Lapa e traçando passos pela Ipanema de Tom.

 
Poesia pura de um Rio turismo, que também guarda as mazelas de sua segurança. E sem crítica, apenas uma observação que me veio em tom de alerta, já na chegada, ao primeiro Uber que tomamos até o hotel.

 
Não sou turista de primeira viagem aqui, mas se fosse talvez retornasse ao aeroporto, tantas as negativas que ouvimos do motorista que nos recebeu. Um simpático carioca de gema, que se dispôs a contar apenas o pior da cidade maravilhosa.

 
E aí me veio o alerta: cidade que quer fazer turismo, precisa estar “fechada” com todos que participam do processo. E nós que estamos em pleno investimento em um antigo sonho centro-gare, precisamos, já, entender que para termos êxito, temos que urgentemente trazer todo mundo para esse grande projeto e fazer como que Santa Maria compreenda que todos ganham, quando todos participam... e apoiam. Poder público, empreendedores.

 
Em cidade que trabalha unida, ganham todos!


O Gabinete Português de Leitura continua… esplêndido!

E quem conhece deve concordar comigo. E a quem não conhece, digo que vale a vinda a antiga capital brasileira, só para vir conhecer.


O Real Gabinete Português de Leitura é de tirar o fôlego, de arrancar suspiros e de inspirar até mesmo os sem inspiração.

Uma obra de arte do início ao fim, cercada de livros e de história, que parece ter saído de um sonho... ou de um filme.

E sem querer dar “spoiler”, aqui deixo apenas uma foto e a dica de quem se apaixonou perdidamente, para vir saborear da brasilidade lusitana, que ficou de legado para nós. Aqui não tem para Londres, nem Paris, é lindeza brazuca de se ver!


Missão: acervo


“E o que tu andas fazendo por aí, Armandinho?”, perguntariam meus chegados.

 
E conto de pronto uma de minhas missões, que é trazer em depósito para o acervo nacional minha humilde contribuição à literatura, com o Livro Marvin Grinn e a Chave Mestra. Tarefa que faço com orgulho, como representante da nossa Santa Maria, registrando um pouco de nossa produção local.

Sei que estou longe de ser um extraclasse como tantos que temos. Desde o nosso Felippe D’Oliveira – que ironicamente levaram-nos o busto, para nos resgatar à memória de seus feitos –, ou de um brilhante Prado Veppo e outros tantos que bem melhor nos representam. Mas faço aqui minha homenagem a todos eles, trazendo mais um trabalho saído da Boca do Monte, para chegar em folhas impressas pela nossa Pallotti, para as mãos e olhos curiosos de gentes de todo o Brasil.

Feito o registro, convido que também conheçam a lindeza desse lugar, que guarda um pouco de tudo que nossa língua portuguesa – e bem brasileira – produziu.

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