Na última quinta-feira (02), a prefeitura de Santa Maria e a Feversani, Pauli e Santos, administradora judicial do Clube Caixeiral, fizeram uma vistoria técnica no local. O prédio, inaugurado em 1926, é considerado patrimônio histórico do município e está interditado atualmente. Ainda em 2018, parte do telhado começou a desabar.
Diante da situação de risco, o município ajuizou uma ação contra a instituição administradora para que providências fossem tomadas quanto à estrutura do prédio. Devido à alegação de que o Caixeiral não dispõe de receita para custear quaisquer intervenções, a prefeitura se dispôs a auxiliar a administradora.
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Agora, um laudo deve ser elaborado para apontar as medidas necessárias para amenizar os riscos de colapso da estrutura. Por enquanto, é possível adiantar apenas ações emergenciais e preventivas, como o isolamento com tapumes de parte da calçada ao lado do Caixeiral, na Rua Alberto Pasqualini. Além disso, o executivo municipal buscará uma empresa que realize o escoramento correto do telhado. Posteriormente, o que resta da cobertura será removido.
De acordo com o procurador-geral do município, Guilherme Cortez, ficou acordado em audiência judicial que a prefeitura será ressarcida pelos investimentos feitos em virtude da falta de verbas do Caixeiral. O sócio da administradora judicial, o advogado Gabriel Santos explicou que a receita que o clube possui, fruto de aluguéis de espaços no entorno do prédio, é totalmente consumida pela folha salarial de cinco funcionários da instituição.
Com informações da prefeitura de Santa Maria
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