Escanteamento de Pretto e a orfandade da esquerda do RS

Escanteamento de Pretto e a orfandade da esquerda do RS

Foto: Reprodução

Estrategistas nacionais do PT e os que comungam com eles no Rio Grande do Sul imaginam ser possível que todos os petistas gaúchos possam ser convencidos que o escanteamento de Edegar Pretto e a submissão ao desejo de aliança com o PDT (que até outro dia estava no governo de Eduardo Leite) de Juliana Brizola sejam a melhor ideia para fortalecer o projeto presidencial de Lula.

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Mas é evidente o desgaste de um projeto de esquerda no Estado, ainda que o PSol, por exemplo, deva decidir pela saída da aliança e busque um projeto próprio, para o qual o vereador da Capital, Pedro Ruas, estaria fardado. Com os psolistas solitários ou não, com um nome concorrendo ao Palácio Piratini, o fato é que o lado canhoto da política do Rio Grande fica na orfandade, ou no mínimo debilitado, noves fora o lulismo que – aparentemente – terá apoio total de petistas e majoritário, mas não 100%, do pedetismo.

Enquanto isso

Aqui não é como lá, disse um petista (que prefere se manter anônimo) à coluna. Ao mesmo tempo em que sobrou coragem para bancar a aliança com o PDT, sob a liderança deste, ninguém foi capaz de gerir a situação local, com dois candidatos a deputado estadual.

Em Santa Maria, aparentemente vale a pena de correr o risco de perda de espaço, com as postulações simultâneas dos vereadores Sidinei Cardoso e Valdir Oliveira. Enfim, o “pulso” que sobra lá, falta cá. Pooois é.

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