investigação

Deficiente morreu vítima de maus-tratos em Paraíso do Sul, suspeita polícia

Denúncias de violência já tinham sido feitas

João Pedro Lamas

A Polícia Civil investiga a morte de uma jovem de 22 anos, deficiente intelectual, em Paraíso do Sul, e suspeita que ela tenha sido vítima de maus-tratos, o que teria levado ao óbito.

De acordo com a investigação, a morte aconteceu entre a noite da última sexta-feira e madrugada de sábado. A Polícia Civil foi acionada depois que um médico não quis dar entrada da vítima no Hospital Vila Paraíso. Segundo relato informal dele aos policiais, ele suspeitou dos ferimentos que viu no corpo da vítima, razão pela qual chamou a Polícia Civil. Quem estava com a vítima e levaram ela ao hospital foram os cuidadores.

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Enfim admitida no hospital, a vítima começou o tratamento, mas acabou morrendo. A Polícia Civil foi notificada ainda de madrugada da morte. A causa ainda não está clara. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cachoeira do Sul, que deve enviar à Polícia Civil o laudo da necropsia nos próximos dias. Assim, será possível saber o que de fato levou à morte da vítima.

A VÍTIMA

A vítima, que não teve a identidade informada à reportagem porque isso poderia expô-la, além de atrapalhar a investigação policial, residia sozinha em Boa Vista, interior de Paraíso do Sul.

A Polícia Civil entrou em contato com parentes dela, que residem em outra cidade, e não teriam obtido retorno. Contudo, um cunhado da jovem informou ao Diário, nesta segunda-feira, que ela era órfã de pai e mãe, e os parentes que residem em Manoel Viana não teriam condições de cuidá-la. Agora, uma tia da vítima, moradora daquele município, vai contratar um advogado para poder ter acesso às informações sobre o caso. A jovem foi sepultada no sábado, em Manoel Viana.

A Polícia Civil sinaliza que já havia chegado aos seus ouvidos denúncias de violência contra a vítima. Os suspeitos são os cuidadores, que já prestaram depoimento, mas o que disseram não foi divulgado. Os cuidadores são mantidos pelo Estado.

A investigação deve ouvir, nos próximos dias, o médico que atendeu a vítima.

DENÚNCIAS

A Polícia Civil sinaliza que já havia chegado aos seus ouvidos denúncias de violência contra a vítima. Os suspeitos são os cuidadores, que já prestaram depoimento, mas o que disseram não foi divulgado.

A investigação deve ouvir, nos próximos dias, o médico que atendeu a vítima.


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