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Taxa de ocupação de leitos de UTI está em 88,9%, mas leitos do SUS estão superlotados

Não há vaga nos hospitais públicos. Na rede privada, a ocupação é de 79.1%

A última atualização do painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde (SES), realizada às 20h01min desta sexta-feira, apontava uma taxa de ocupação de 88,9%. Havia 145 pacientes para 163 leitos de UTI existentes na cidade.

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Na rede pública, o índice aponta que os hospitais continuam operando acima do limite de suas capacidades. Todos os 72 leitos de UTI oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) estavam ocupados, o que representa uma taxa de 100%.


UTIs SUS

  • Hospital Regional - 97,4% (37 ocupados dos 38 leitos de UTI)
  • Husm - 105,9% (36 pacientes em 34 leitos de UTI)

REDE PRIVADA

Na rede privada, a situação era um pouco mais tranquila. A taxa de ocupação era de 79,1%, com 72 pacientes para 91 vagas de UTI.

UTIs PRIVADAS

  • Hospital de Caridade - 77,8% (63 ocupados de 81 existentes)
  • Hospital São Francisco - 90% (9 ocupados de 10 existentes)

Quanto aos leitos clínicos, o indicador também segue elevado. Ontem, a taxa era de 83,6%. Havia 133 pacientes para 159 leitos Covid.

  • Hospital Regional - 95% (38 ocupados de 40 existentes)
  • Husm - 106% (16 pacientes para 15 leitos)
  • Hospital de Caridade - 102,7% (76 ocupados de 74 existentes)
  • Hospital São Francisco - 0% (o único leito está disponível)
  • Hospital da Unimed - 0% (os 5 leitos estão livres)
  • Hospital da Brigada Militar - 33,3% (2 ocupados de 6 existentes)
  • Hospital da Ala 4 - 0% (os 4 leitos estão livres)
  • Casa de Saúde - 78,6% (11 dos 14 leitos estão ocupados)

OS NÚMEROS
A reportagem do Diário publica, diariamente, a ocupação de leitos com base no site do governo do Estado que é atualizado pelos hospitais. Porém, os números mudam inúmeras vezes ao longo de um mesmo dia. Como a regulação é feita em todo o Estado, ou seja, pacientes são transferidos de um município para outro, às vezes, um leito consta como vazio mas é preenchido em questão de horas e até mesmo minutos. E os hospitais relatam que com as altas taxas, os leitos são preenchidos rapidamente, mas a atualização no site não segue o mesmo ritmo. Por isso, é comum o mapa apontar ocupação de 90% ou 95% de ocupação e existir pacientes esperando. Isso se justifica porque o número de pacientes na fila é maior que o número de vagas.


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