da linha de frente

Pesquisa desenvolvida na UFN avalia saúde mental de profissionais de saúde

Estudo vai avaliar estresse, empatia e níveis de cortisol de quem trabalha na linha de frente dos hospitais

O Mestrado em Ciências da Saúde e da Vida, da Universidade Franciscana (UFN), está desenvolvendo uma pesquisa direcionada à avaliação do status emocional de profissionais da saúde inseridos em ambientes hospitalares. Idealizada pela mestranda Barbara Marques, o projeto deve avaliar níveis de estresse e empatia desses hospitais. A previsão é que os resultados finais já estejam prontos até setembro, após conclusão dos estudos.

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A pesquisa originou-se do entendimento de que durante a pandemia os profissionais da linha de frente  estão esgotados por um excesso massivo de trabalho por um longo período, conforme explica a professora Carina Boeck. A ideia é direcionar a pesquisa para qualquer profissional da saúde de hospital que esteja trabalhando no combate à doença. Ela destaca a importância do comportamento emotivo desses profissionais como decisivos na adesão de um tratamento por parte dos pacientes:

- A partir do momento que há empatia, há maior aceitação de quem busca os serviços médicos. Estudos verificam que o estresse pode modificar as características empáticas -  completa Carina.

Além do trabalho a ser desempenhado junto de cada voluntário, optou-se por realizar uma coleta de saliva, com objetivo de viabilizar a análise de cortisol e ocitocina, substâncias ligadas diretamente aos marcadores de estresse e bem-estar.

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A docente salienta que, até o momento, não foram realizados estudos com propostas similares, devido ao grau de originalidade e inovação. Os profisisonais de saúde que queiram ser voluntários na pesquisa podem se inscrever preenchendo um formulário online .

Além de Barbara e Carina, integram o projeto a professora Janaina Carlesso, orientadora da mestranda,  e das acadêmicas Yanco Finoqueto e Eduarda Rigon. O estudo faz parte do Grupo de Pesquisa em Neuroproteção. 


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