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Estado confirma circulação do vírus da febre amarela

Secretaria Estadual de Saúde recomenda imunização. Veja como se vacinar

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Foto: Gabriel Haesbaert (arquivo, Diário)
Vacina contra a febre amarela pode ser encontrada em unidades básicas de saúde

Foi confirmada, nesta semana, a circulação do vírus causador da febre amarela no Estado. A doença é transmitida por mosquitos Haemagogus, que habitam áreas silvestres. O vírus foi encontrado em amostras de um macaco bugio, encontrado morto em um bairro rural no sul de Porto Alegre. Há outros casos suspeitos e confirmados em diversos municípios do Rio Grande do Sul. Por conta disto, a Secretaria de Saúde (SES) emitiu um comunicado que recomenda a vacinação contra a febre amarela na população gaúcha com idades entre 9 meses e 59 anos.

COMO SE VACINAR
Conforme a prefeitura, a vacina contra a febre amarela está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Estratégias Saúde da Família (ESFs) que têm sala de vacina, pois está incluída na vacinação de rotina.

Conforme a Secretaria Estadual de Saúde (SES-RS), é necessário respeitar 14 dias de intervalo da vacina da Covid-19. Em relação à vacina da Influenza, que começou a ser aplicada na última segunda-feira, não há necessidade de respeitar intervalo. As vacinas podem ser tomadas simultaneamente. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), quem já foi vacinado para a febre amarela não precisa tomar uma nova dose.

Pessoas que não têm comprovação vacinal deverão ser considerados não vacinados e devem se dirigir às Unidades Básicas de Saúde. Crianças devem tomar a primeira dose aos 9 meses e um reforço aos 4 anos. A partir dos 5 anos, não vacinados recebem dose única. A recomendação de vacinação em dose única, de acordo com o calendário do Programa Nacional de Imunizações, vai dos 5 aos 59 anos.

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A vacinação de pessoas com mais de 60 anos de idade, gestantes e mulheres que estejam amamentando crianças menores de 6 meses deve ocorrer em situações especiais (como emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, mediante a avaliação de risco/benefício, feita por um médico). Em mulheres que estejam amamentando, pode-se considerar a suspensão do aleitamento materno por 10 dias. Pessoas portadoras de comorbidades devem receber avaliação de risco/benefício prévia à vacinação.

CUIDADOS
Em ambientes silvestres, é recomendado o uso de repelentes. Em fevereiro de 2021, o Estado divulgou, em nota informativa publicada pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), o óbito de bugios na área de floresta da região Serrana, divisa com Santa Catarina e outros casos de primatas contaminados nas regiões Serra e Norte. Os bugios (e os macacos-prego, no caso do RS) são considerados sentinelas da febre amarela e não representam riscos à população. Esses animais servem como indicadores da presença do vírus no ambiente silvestre e adoecem depois que são picados pelo mosquito transmissor. Humanos não vacinados são contaminados somente ao serem picados por mosquitos infectados.

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Em áreas silvestres, o transmissor é o mosquito Haemagogus e, em áreas urbanas o vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue. A febre amarela urbana não é registrada no Brasil desde 1942.

* com informações da Secretaria Estadual de Saúde



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