educação especial

Apae Santa Maria completa 55 anos

Intituição atende em torno de 5 mil pessoal com deficiencia de mais de 30 cidades

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Fotos: (Fabiano Marques/Diário)

A Apae de Santa Maria foi fundada em 30 de abril de 1966, estruturada por um movimento de pais que lutavam pela inclusão de seus filhos, e que identificaram a necessidade da criação de um espaço que promovesse a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência, por meio de ações que gerassem o desenvolvimentos de habilidades e potencialidades, assim como um local de luta pela inclusão destas pessoas. Atualmente, é presidida pelo ex-bancário aposentado Robson Pereira Aita, 69 anos, que ocupa o cargo de forma voluntária.

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A instituição atende pessoas com deficiência, entre crianças, adolescentes e adultos, juntamente com suas famílias, e conta com uma equipe multiprofissional formada por assistente social, psicólogos, fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, pedagogos, neuropediatra, traumatologista, educadores especiais e fonoaudiólogos.

Segundo Márcia Vendruscolo, 36 anos, gerente de saúde, atualmente, a Apae desenvolve vários projetos para o atendimento de pessoas com deficiência como uma oficina ortopédica e um centro macro regional de autismo, e está sempre buscando ofertar serviços e atendimentos que atendam a necessidades de seus usuários, o que possibilitou a Apae ser um espaço de Referência em Santa Maria sendo seus serviços acessados por toda a Rede Municipal e SUS.
- Além dos atendimentos de reabilitação, fazemos a prescrição de equipamentos de meio de locomoção como cadeira de rodas, cadeira de banho, muleta, andador, sapato ortopédico. Todos os equipamentos que o paciente necessita, aqui é a referência. Durante a pandemia, nós não paramos as atividades na área da saúde - comenta.

DEDICAÇÃO

O presidente Robson Aita afirma que ocupa o cargo pela importância de prestar esse serviço à comunidade e a quem precisa de apoio físico, intelectual e emocional.

- A gente faz de coração. O principal de tudo é se doar e gostar do que está fazendo. Aqui é uma segunda casa para mim, já atuo aqui há muitos anos, já fui vice-presidente por quatro gestões. Hoje, a Apae, pelo que ela cresceu nesses últimos anos, é imensurável o atendimento que nós fazemos. Aqui parece que estamos em outro mundo, participando e montando sempre uma equipe profissional, amiga e parceira - declara Robson.

Além do trabalho, há o retorno emocional e anímico de estar em uma instituição como a Apae. Márcia (foto acima) aponta diversos pontos que aprendeu e desenvolveu nos 12 anos de casa:

- É muito gratificante estar nesta instituição. Aqui a gente aprende a ter um olhar diferenciado do mundo lá fora, aprende a trabalhar em equipe, somos como uma família. A gente vê que consegue mudar a vida das pessoas, estamos aqui para contribuir.

O fisioterapeuta Gustavo da Costa, 26 anos, está na Apae desde o estágio da faculdade. Entre outras experiências, pegou gosto pela neurologia até que chegou a trabalhar oficialmente na instituição há três anos.
- É indescritível ver a evolução. Para o paciente é uma grande coisa, muda a rotina dos familiares. essa nossa ajuda já faz uma grande diferença na vida deles e na nossa também quando a gente vê essas evoluções, esse carinho que a gente troca e o vínculo entre paciente e terapeuta. Aí a gente vê que faz um pouco parte na vida deles, que o trabalho faz uma grande mudança nas vidas deles e eles mudam as nossas - afirma Gustavo.




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