capacidade de atendimento

59,5% dos leitos de UTI da região de Santa Maria estão ocupados

Dos 66 pacientes internados, 17 deles são casos confirmados ou suspeitos de Covid-19

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Foto: Foto: Divulgação

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No Husm, 75% dos leitos de UTI estão ocupados

Na última quinzena, a ocupação dos 111 leitos de UTI na região de Santa Maria, que incluem 26 hospitais, tem oscilado entre os 50 e 60% da capacidade. Na última atualização feita pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) na tarde desta quinta-feira, são 66 pacientes internados, o que representa 59,5% da ocupação.

Santa Maria tem 612 casos de coronavírus e 17 óbitos causados pela doença

São 11 pacientes diagnosticados com a Covid-19 e outros seis com a suspeita da doença ou outra Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na UTI. Os outros 49 pacientes estão internados por outras doenças. A maior ocupação dos leitos de UTI nas duas últimas semanas foi registrada no dia 29 de junho, quando atingiu 61,3% da capacidade.

Em toda a região, Santiago é a única cidade com a capacidade de atendimento de UTI quase esgotada: dos 10 leitos, nove estão ocupados nesta quinta-feira. Apesar do alerta, o número ainda é menor do que o registrado entre os dias 22 e 24 de junho, quando o hospital atingiu 100% da ocupação das UTIs. Conforme a última atualização, não há nenhum paciente confirmado de Covid-19 internado em UTI.

Já nos leitos Covid, que são clínicos ou semi-intensivos, são 36 pacientes internados - nove com a confirmação do coronavírus e outros 27 com a suspeita ou outra SRAG. Na região, são 313 leitos Covid-19, o que representa hoje uma taxa de ocupação baixa, de apenas 11,5%. 

A única cidade com a capacidade de leitos Covid esgotada é São Vicente do Sul. Os dois leitos disponíveis no município estão ocupados por pacientes com a suspeita da doença ou outra SRAG. 

Preço do teste Covid-19 na rede privada pode ser consultado em aplicativo

SANTA MARIA
Em Santa Maria, dos quatro hospitais com UTI monitorados, o caso mais preocupante é o Hospital Universitário de Santa Maria (Husm). Dos 24 leitos de UTI, 18 estão ocupados - o que representa 75% de ocupação. Do total, três são pacientes diagnosticados com o coronavírus e o restante com outras doenças. Entretanto, em comparação aos últimos 15 dias, a ocupação dos leitos de UTI diminuiu na instituição. Entre os dias 25 e 28 de junho, a ocupação chegou a 87,5%. 

Ocupação de leitos UTI nos hospitais de Santa Maria (os dados podem ser conferidos na plataforma da Saúde):

  • Hospital Universitário de Santa Maria: 75%
  • Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo: 59,6%
  • Hospital Regional de Santa Maria: 40%
  • Hospital São Francisco de Assis: 20%

NOVAS BANDEIRAS
Nesta sexta-feira, o Estado divulga a atualização das bandeiras de cada região. O número de leitos ocupados e disponíveis é um dos indicadores utilizados no cálculo que define o risco e, consequentemente, mais ou menos restrições às atividades econômicas e outros serviços. 

Para chegar a uma bandeira final, o governo utiliza dados, informados pelas prefeituras, que consideram duas principais características: a propagação da Covid-19 e a capacidade de atendimento hospitalar. Dentro desses dois grupos, existem 11 indicadores que medem a velocidade do avanço, estágio da evolução, incidência de novos casos sobre a população, capacidade de atendimento e a mudança da capacidade de atendimento. A bandeira final é obtida por meio do arredondamento da média ponderada das bandeiras dos indicadores. 

A região de Santa Maria, que inclui 32 municípios, está classificada na bandeira laranja. Na última semana, cinco dos 11 indicadores que medem o risco de transmissão melhoraram:

  • Passou de preta para amarela: o indicador sobre o número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias
  • Passou de laranja para amarela: o indicador sobre o número de pacientes Covid-19 confirmados em leitos de UTI 
  • Passou de preta para vermelha: o indicador sobre o número de pacientes ativos (número de casos confirmados sem contar óbitos e curados) na última semana
  • Passou de preta para vermelha: o indicador sobre a projeção do número de óbitos para o período de uma semana para cada 100 mil habitantes
  • Passou de laranja para amarela: o indicador sobre o número de leitos de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid na macrorregião

Nas regiões onde forem classificadas com bandeira amarela ou laranja, as regras para o funcionamento das atividades passa a valer às 0h de sábado. Já onde for atribuído bandeira vermelha ou preta, os prefeitos tem o prazo de 48 horas para ingressarem com recursos se algum dado estiver incorreto e as regras só passam a valer na próxima terça-feira, após as análises dos pedidos e a divulgação em definitivo do mapa das bandeiras, na segunda-feira. 


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