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Cinco suspeitos de assalto a banco em Criciúma são presos no RS

A Polícia Civil de SP investiga a suposta ligação entre um material apreendido na tarde de quarta com o mega-assalto ao Banco do Brasil

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Foto: Foto: Guilherme Hahn (Folhapress)

Foto: Guilherme Hahn (Folhapress)

Cinco pessoas suspeitas do assalto ao Banco do Brasil no Centro de Criciúma (SC) na noite de segunda-feira foram presos no Rio Grande do Sul (RS) no final da tarde de quarta-feira. Duas prisões aconteceram em Porto Alegre e as outras três em Torres. As informações são da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Todos foram levados para a Delegacia de Polícia de Araranguá e permaneceram sob interrogatório durante toda a madrugada desta quinta-feira. Ainda não foram divulgados detalhes sobre as prisões

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A Polícia Civil de SC tem várias linhas de trabalho referentes à investigação do assalto em Criciúma. A investigação é coordenada pela Delegacia de Roubos e Antissequestro da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), sob o comando do Delegado de Polícia Anselmo Cruz. 

- Estamos trabalhando intensamente, em fase de reunião de informações, vestígios, indícios. Há várias linhas de trabalho e uma série de diligências sendo realizadas com o apoio de colegas de especializadas da DEIC e de várias unidades policiais de Santa Catarina, além da integração com policiais de outros Estados - ressalta o Diretor da DEIC, Delegado de Polícia Luis Felipe Fuentes.   

Também atua em apoio na missão a equipe do helicóptero da Polícia Civil.   

O Diretor da DEIC destaca o alto desempenho obtido pela Polícia Civil nas investigações e operações policiais complexas desencadeadas em Santa Catarina:

- Este será um inquérito policial que se desenha bastante complexo, volumoso. Mas Polícia Civil tem demonstrado em operações recentes que está cada vez com a capacidade maior e um desempenho melhor nas investigações. Temos conseguido levar ao Judiciário inquéritos policiais muito bem instruídos, o que se comprova pelo índice de condenações e o sucesso das operações quando desencadeadas. 

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MATERIAL SUSPEITO 
A Polícia Civil de São Paulo investiga a suposta ligação entre um material apreendido na tarde de quarta-feira, na zona sul da capital, com o mega-assalto ao Banco do Brasil realizado nesta semana em Criciúma (SC). 

O material que inclui munição de fuzil calibre 7,62 mm, rádio transmissor e espoletas para acionamento de explosivos estava na casa de uma mulher, que foi presa em flagrante. Também foi apreendido na residência celulares, carregadores de pistolas e seis tijolos de cocaína. 

Os policiais vão investigar a suposta ligação porque foram até local porque tiveram informações de que um indivíduo, morador daquela casa, estaria envolvido no roubo ocorrido em Santa Catarina. O suspeito de participação do roubo não foi encontrado, mas a responsável pela guarda do material foi presa em flagrante. 

A cúpula da Polícia Civil trata o caso com cautela. Afirma que só poderá fazer uma ligação entre os dois casos após uma análise pericial apreendido e, também, após a prisão do suspeito e sua eventual confissão no ataque. 

O Gate, equipe especializada em explosivos da Polícia Militar, foi acionado até o local e apreendeu o material para elaboração de laudo técnico.

O roubo realizado Criciúma é considerado o maior do gênero realizado no Estado. O ataque contou com a participação de 30 criminosos, dez automóveis e armamento de calibre exclusivo das Forças Armadas. 

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Assim com as ações realizadas no interior de São Paulo, os criminosos atacaram primeiro o batalhão da PM local com tiros nas janelas, além de colocar fogo em um caminhão na entrada do quartel para bloquear a saída de viaturas. 

- Uma ação sem precedentes -, disse o tenente-coronel Cristian Dimitri Andrade, comandante do batalhão. A ação durou cerca de duas horas 

Na sequência, os bandidos foram à Agência do Banco do Brasil. 

O banco não informou sobre os valores roubados e disse que nenhum funcionário ou colaborador foi ferido. A Polícia Militar, porém, prendeu quatro pessoas que recolheram R$ 810 mil espalhados pelo chão após a explosão de cofres. 

*Com informações da PRF, Polícia Civil de SC e Folhapress


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