Obituário

Falecimentos em Santa Maria e região

Glenio Pessoa Machado morreu em 15 de abril de 2021 e Maria Suely Vargas Marafiga, em 29 de março de 2021

Glenio Pessoa Machado

Filho de José da Silva Machado e Juvelina Pessoa Machado, Glenio Pessoa Machado nasceu e cresceu em São Sepé. Ao lado da irmã, Rosicler Machado, teve uma infância simples. Durante a adolescência, trabalhou em uma padaria. Com o desejo de crescer e realizar os próprios sonhos, o jovem foi para Porto Alegre.

Lá, como técnico em eletrônica, abriu seu próprio empreendimento: a New Line. Também foi na capital que Glenio conheceu Nilva Isabel Agne Machado, com quem se casou. Desta união, vieram Giuliano e Gabriela.

Em 1999, a família se mudou para Santa Maria. Glenio queria estar perto do pai, que estava lutando contra um câncer. Na primeira oportunidade, começou a trabalhar na área de eletrônica em uma empresa local. E novamente, o espírito empreendedor falou mais alto. Em 2000, abriu um bar no bairro em que morava. Sonhava em dar uma vida melhor para a família e por essa causa, sempre batalhou.

Após receber um convite para integrar no ramo imobiliário, Glenio se apaixonou pela profissão e resolveu realizar o curso. Com o apoio da esposa e dos filhos, tornou-se corretor proprietário da JR Imóveis, auxiliando na busca pelo lar doce lar de diversas famílias.

Quando não estava trabalhando, Glenio gostava de assistir a filmes e aos jogos de seu time favorito: o Sport Club Internacional. Juvelina Pessoa Machado, 79 anos, comenta que o filho sempre gostou de futebol e jogava muito bem. As lembranças de um homem humilde, divertido, simpático e trabalhador permanecem em sua memória, especialmente durante o período em que veio para Santa Maria, com o marido, para morar com o filho.

O último empreendimento foi uma banca de cachorro quente na Avenida Medianeira, que Giuliano Agne Machado, 31 anos, pretende manter funcionando como uma homenagem ao pai, que sempre foi um exemplo de dedicação e esforço.

-Lembro da primeira vez que eu ganhei um torneio de xadrez após vários vices e da festa que ele fez quando cheguei com o troféu em casa. As lembranças são várias, especialmente dos trabalhos juntos. Apesar das correrias, amor nunca faltou - comenta o filho, emocionado.

Glenio Pessoa Machado morreu em 15 de abril de 2021, aos 56 anos, vítima da COVID-19. O corretor e microempresário foi sepultado no mesmo dia, no Cemitério das Catacumbas, em Caçapava do Sul.

Maria Suely Vargas Marafiga

Filha de Fortunato Silveira de Vargas e Anna Rosa de Vargas, Maria Suely Vargas Marafiga nasceu em São Martinho da Serra. Cresceu ao lado do irmão gêmeo João Ely e das irmãs Sady e Dorilda em uma fazenda. O contato com a natureza e o vento no rosto lhe traziam leveza, tornando os dias mais felizes ao lado da família.

Na década de 30, mudou-se para Silveira Martins para estudar no Colégio Bom Conselho. Estudando também, um período depois, no Colégio Coração de Maria.

Ao retornar a São Martinho da Serra para uma festa, conheceu Aldorindo Quinto Marafiga, como quem se casou aos 23 anos. Desta união, vieram as filhas Marlene, Núbia, Norma e Anabela, os netos Mauro, Daniel, Lucas, Larissa, Douglas, Henrique, Bruna e Eduardo. E mais tarde, os bisnetos, Maria Antônia, Mateus Lucca, Vitória, Rafael, Caio e Laura.

Com a família, Suely veio para Santa Maria. Ao lado do marido, fundou a Tinturaria Moderna, antigamente localizada na Rua Dr. Bozano, na década de 50. E mais tarde, a Tinturaria Easy, na Rua do Acampamento.

A professora aposentada, Marlene Marafiga de Godoy, 72 anos, lembra do gosto da mãe por viajar, conhecer novos lugares e principalmente, por reunir a família e os conhecidos para festejar.

- Vivia sempre com pensamento positivo. Minha mãe era uma pessoa alegre, criativa e que gostava de fazer versos para declamar nas reuniões entre amigos - afirma.

Quando não estava envolvida com o trabalho, Suely participava das atividades sociais e assistenciais do Clube Caixeral, do qual foi rainha das festas da 3ª idade e do Clube Recreativo Dores, que em oportunidades anteriores foi primeira prenda.

Para o professor de dança, Arabutã Lima, 70 anos, Suely era um ombro amigo.

-Ela era a luz a iluminar nossos passos. Era uma grande ouvinte e sempre incentivava a todos a sua volta, especialmente quem a conhecia e amava. Seu riso, sinceridade e alegria são inesquecíveis - comenta o amigo.

Ultimamente, Suely se dedicava mensalmente à filantropia. Contribuia para lares e entidades assistenciais de Santa Maria, como a APAE, Vila Itagiba e o Centro de apoio à criança com câncer. Amar e ajudar o próximo são alguns dos exemplos que ela deixa aos familiares, amigos e conhecidos.

Maria Suely Vargas Marafiga morreu no dia 29 de março de 2021, aos 96 anos, devido a complicações causadas por um Acidente Cardiovascular (AVC). A empresária foi sepultada no dia seguinte, no Cemitério Santa Rita de Cássia.


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