travessia urbana

Primeiro viaduto da Uglione é liberado para passagem de veículos

Estrutura permite que carros passem por cima da rotatória na ligação Santa Maria - São Pedro do Sul

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Foto: Dnit (divulgação)

Em um dia úmido e frio, às 16h desta quarta-feira, foi liberado o primeiro viaduto sobre o trevo da Uglione, que fica na entroncamento das BRs 158, 287 e 392, em Santa Maria. Com isso, quem segue no sentido Júlio de Castilhos-São Pedro do Sul, e vice-versa, já passa sobre a nova estrutura, sem precisar esperar os outros carros na rotatória. Até agora, já foram empregados R$ 38 milhões na obra, que faz parte da duplicação da Travessia Urbana de Santa Maria. Para a conclusão do restante dos trabalhos no trevo da Uglione, serão necessários mais R$ 13 milhões.


Contudo, a iluminação do viaduto ainda não está em funcionamento, o que pode aumentar as chances de acidentes para quem cruza pelo local durante a noite. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) havia prometido que a liberação do viaduto só ocorreria após as luminárias fossem ligadas, justamente em função da segurança. Mas, ontem, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, anunciou, no Twitter, a entrega total do viaduto. Conforme a assessoria de comunicação do Dnit, até o final de semana, a iluminação deve entrar em operação.

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A última ação antes da liberação foi a instalação das placas que indicam a velocidade máxima permitida: 50km/h. Como a liberação ainda é provisória, em mão dupla, o Dnit pede atenção redobrada dos motoristas no trecho, até porque há outras obras em execução na região.

Às 15h55min, duas viaturas da Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma em cada sentido da pista, posicionaram-se e orientaram os motoristas que as seguissem. Em pouco mais de 5 minutos, os dois comboios avançaram, marcando, assim, a liberação definitiva do viaduto. Agora, o fluxo na rotatória deverá ter mais fluidez, garantindo mais segurança e menos perda de tempo aos motoristas. Na parte de baixo, segue o tráfego de quem sai da Avenida Hélvio Basso ou chega pela Faixa de São Sepé.

- Cruzo por aqui há uns 40 anos. Cada vez piora mais e mais. Às vezes, tenho que trocar de caminho. É muita fila e congestionamento. O movimento é muito grande, principalmente de uns anos para cá. Agora, com o viaduto, deve melhorar bastante. É esperar para ver - comenta o aposentado Moacir Iop, 64 anos.

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A previsão é de que, até o final do ano, seja inaugurado o segundo viaduto, garantindo o trânsito em quatro pistas. Já as trincheiras, que serão pistas construídas abaixo do nível do solo, devem ser concluídas no ano que vem. Elas permitirão o tráfego no sentido Júlio de Castilhos-São Sepé, e vice-versa, o que deve melhorar o fluxo das carretas que levam a produção de grãos do Centro e do Norte o Estado até o porto de Rio Grande. A previsão atual do Dnit é concluir os 14,5 km da duplicação da Travessia Urbana até junho de 2021 - mas isso dependerá do volume de verbas.


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