Coluna claudemir pereira

Homenagens justas. E, no entanto, semissecretas. Mas há uma explicação

Foto: Alysson Marafiga (divulgação)

Na noite da última terça, a Câmara de Vereadores de Santa Maria realizou Sessão Solene. Objetivo: entregar a Comenda Dr. José Mariano da Rocha Filho e o Prêmio Paulo Freire de Talentos em Educação 2019.

As distinções homenageiam o professor por seu dia, celebrado em 15 de outubro. Neste ano, a comenda foi concedida a Izane Maria Dalla Nora. E o prêmio foi alcançado a vários docentes. Houve, inclusive, uma, Maribel Dal Bem, que recebeu mais de uma distinção, por participar de projetos distintos.

De igual valor na atividade, outros professores homenageados foram Lucas Visentini, Janette Ribeiro Paz Santos, Vânia Quinhones, Sandra Seidel e Clarissa Corrêa Fortes.

Justas lembranças, é possível afirmar. E (quase certamente) semissecretas. Noticiadas aqui e ali, mas sobretudo e com destaque apenas na página da Câmara na internet.

A questão é: por que essa "discrição"? Certamente não é por inexistir mérito numa homenagem tão bonita. Nada disso: o mais provável é que a banalização das comendas, medalhas e quetais distribuídas aos borbotões ao longo das últimas Legislaturas levou a esse ponto de quase encalhe.

Enfim, saturou. A ponto de, tirante os próprios premiados (e olha que há até os que recusam), pouco destaque há. Pelo menos nesse caso específico, da homenagem aos professores, é uma pena.


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