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Filhote de ovelha fica órfã e passa a viver com família dentro de casa

Empresária cria o animalzinho junto com os cães na propriedade em Boca do Monte

Natália Müller Poll
Foto: Fotos: Arquivo pessoal


Fotos: Arquivo pessoal

Luciana Madalosso, 46 anos, é proprietária de uma loja de confecções em Santa Maria, no Bairro Rosário. Ela é uma apaixonada pelos bichos e, junto com o marido Marcos Soares de Souza, e os filhos Eliza, 8, e Felipe, 13, cuida de cachorros, galinhas, patos, marrecos, coelhos e, agora, da nova integrante da família, a ovelhinha Mé, de 35 dias.

Conforme Luciana, Mé perdeu a mãe no momento do parto e, desde seus 10 dias, vive dentro da casa que a família tem no interior da cidade, no distrito de Boca do Monte.

- Ela ainda se alimenta na mamadeira. Dorme na cama, sobe no sofá, bem como os cachorros da família. Ela convive com oito cachorros. Dois deles são filhotes da raça Pastor Alemão, e os demais, são todos de raças pequenas como Lulu da Pomerânia e Poodle - conta.

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Atualmente, o animalzinho é alimentado com leite de vaca, na mamadeira, e um pouco de ração. Eliza é a encarregada das mamadeiras.

- Ela toma uma mamadeira a cada quatro horas. Ela é muito fofa - diz a menina.

Na idade adulta, Mé vai necessitar de pasto e poderá alcançar os 80 kg. Enquanto isso não acontece, a família curte a nova integrante com muitos abraços, brincadeiras e colo. 

A empresária não trata a ovelha como uma hóspede temporária, mas sim como membro da família. E já planeja como vai ser o convívio com o bichinho, quando ela crescer.

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- Ela vai ficar muito grande, então vai ter que ficar no pátio. É uma coisa que fico bem chateada em pensar. Vai ser difícil para nós todos, já que ela é muito dócil e socializa muito bem com os nossos cães. Além disso, ela passa mais tempo conosco do que do lado de fora. Eu não deixo nem ela pegar chuva. O dia que ela se molhou, sequei com o secador - revela Luciana.

COMPORTAMENTO
Existem estudos que apontam a sociabilidade como uma das características marcantes da classe dos ovinos. Produções audiovisuais até se dedicaram a comprovar isso, como foi o caso do filme "Baby, o porquinho atrapalhado" ou do documentário "Wild and Woolly: O elefante e sua ovelha" de 2011. Os episódios, que se passaram no Centro de Reabilitação Shamwarina, na África do Sul, se dedicam a mostrar a relação entre um filhote órfão de elefante, chamado Thaemba, e seu amigo Albert, um carneiro.

Especialistas explicam o comportamento dos animais durante os 2 anos em que conviveram diariamente e afirmam que o perfil da ovelha é viver em grupo, por causa do instinto de sobrevivência. Por isso a facilidade em se relacionar com qualquer espécie.

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A veterinária Camyla Silveira concorda e ainda destaca a inteligência desses animais quando domesticados:

- Ovelhas são muito dóceis e muito inteligentes. Então se acostumam bem com a boa vida.


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