distanciamento controlado

Estado nega recursos e volta a ter bandeira preta no mapa definitivo

São, ainda, 13 regiões em bandeira vermelha e sete em bandeira laranja, como é o caso da região de Santa Maria

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Foto: reprodução

O governo estadual indeferiu os quatro pedidos de recurso para a reclassificação do mapa do Distanciamento Controlado. Com isso, o Rio Grande do Sul volta a apresentar em uma região a classificação mais alta prevista no modelo, depois de duas semanas sem bandeira preta.

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No mapa definitivo desta rodada, com vigência a partir desta terça até a próxima segunda-feira, a região de Bagé fica na cor preta, que representa risco altíssimo para coronavírus. Outras 13 regiões ficam em bandeira vermelha (risco epidemiológico alto) e sete em bandeira laranja (risco médio) - Santa Maria, Uruguaiana, Taquara, Novo Hamburgo, Guaíba, Cruz Alta e Erechim.

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Dentre as 21 regiões Covid, apenas Guaíba e Uruguaiana - que estão em bandeira laranja - não aderiram ao sistema de cogestão. O restante, incluindo Bagé, pode adotar protocolos próprios, elaborados pelas respectivas associações regionais, mas no mínimo iguais à bandeira anterior.

BANDEIRA PRETA
O risco altíssimo em Bagé é resultado da combinação entre a piora na ocupação de leitos por pacientes com Covid-19 na macrorregião Sul e o fato de a região apresentar bandeira preta no indicador de hospitalizações para cada 100 mil habitantes.

Devido a isso, o Estado aplicou uma nova regra do modelo, a chamada "salvaguarda de bandeira". Ela garante bandeiras de risco alto e altíssimo (vermelha e preta) quando a região tem elevada quantidade de novas hospitalizações de pacientes confirmados com Covid-19 (conforme a região de residência do paciente) e, ao mesmo tempo, está inserida em uma macrorregião com baixa capacidade hospitalar.

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Ainda segundo o Estado, quando a capacidade hospitalar está próxima do limite, os indicadores de "velocidade do avanço" e de "variação da capacidade de atendimento" se tornam prejudicados - uma vez que, mesmo havendo demanda por leitos, eles podem não ser preenchidos devido à lotação das áreas Covid dos hospitais. Esse aprimoramento visa melhor refletir e evitar o esgotamento de leitos.

- Avaliamos os dados e decidimos indeferir os pedidos de reconsideração para que as regiões fiquem com a cor no mapa de acordo com a gravidade da sua situação. Se as prefeituras consideram que devem ser mais flexíveis, podem adotar os protocolos da sua região - afirmou o governador Eduardo Leite.

Nesta 35ª rodada, as regiões de Capão da Canoa, Porto Alegre, Santo Ângelo, Ijuí, Santa Rosa, Palmeira das Missões e Caxias do Sul receberam bandeira vermelha no mapa preliminar acionada pela salvaguarda. A região de Bagé foi a única a ter acionada a salvaguarda de bandeira preta.

REGRA 0-0
O mapa definitivo apontou 360 municípios (do total de 497) estão classificados em bandeira vermelha. Desses, 126 municípios podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

São seis os municípios em bandeira preta (184,7 mil habitantes, 1,6% do RS), dos quais três (17,7 mil habitantes, 0,2% do RS) não registraram óbitos ou hospitalizações nos últimos 14 dias.



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