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Duas pontes antigas dão a lugar a novas na Travessia Urbana

20 Junho 2019 07:00:00

Duas estruturas, nos arroios Ferreira e Taquara, foram destruídas nas obras de duplicação das BRs

Foto: Pedro Piegas (Diário)
Durante obras, trânsito é desviado

A obra de duplicação da Travessia Urbana de Santa Maria é tão grande (já foram gastos R$ 281 milhões), que, muitas vezes, alguns trabalhos passam quase desapercebidos. Perto da Ulbra, o consórcio contratado pelo Dnit para o lote 2 já demoliu as duas pontes antigas dos arroios Ferreira e Taquara para reconstruí-las. O custo é de aproximadamente R$ 1 milhão para cada uma.

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As obras são necessárias por três motivos, segundo o engenheiro responsável pelo Dnit em Santa Maria, João Carlos Tonetto. O primeiro é que as pontes velhas eram de categoria 24 toneladas e tinham sido projetadas na década de 1970, quando o peso das caminhões era bem menor. As novas pontes são de categoria 45 toneladas, o que garantirá maior segurança e durabilidade. Isso não quer dizer que elas só suportam 45 toneladas de peso - na realidade, os cálculos são feitos para aguentar bem mais do que isso. O segundo motivo é que as pontes antigas eram mais estreitas e não têm largura para pista dupla mais acostamento. As novas já são no padrão atual do Dnit, sendo mais largas e com acostamento para garantir maior segurança - isso deve reduzir o risco de acidentes, que é um problema comum das pontes velhas, em que muitos veículos acabam batendo nas muretas e provocando acidentes graves. Além disso, as novas pontes serão pelo menos 80 cm mais altas que as anteriores, para evitar que haja risco de serem encobertas pela água em caso de enchentes.

Na ponte do Arroio Taquara, depois da Ulbra, as estacas de fundação já foram cravadas . Já na do Arroio Ferreira, esse trabalho está começando, pois a estrutura velha recém foi demolida. Enquanto as obras são feitas, o trânsito foi desviado para as novas pontes, já concluídas, que ficarão nas pistas novas da duplicação. O Dnit acredita que as pontes na pista antiga sejam construídas até o final de 2019. Porém, o trânsito nas quatro pistas no trecho entre o Arroio Taquara (no início da duplicação) e o Distrito Industrial só deve ser liberado em 2020, pois ainda será preciso recuperar o asfalto nas pistas velhas e colocar a última camada de asfalto nas pistas novas da duplicação.

O Dnit espera liberar, até dezembro, o trânsito sobre o viaduto de acesso à Cohab Tancredo Neves e concluir toda a duplicação da Travessia em 2020.


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