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Defesa quer que júri da Kiss seja sem público em razão da pandemia

Medida colocaria fim ao alongamento do caso, mas pedido ainda depende de definição do magistrado que conduzirá o julgamento

Foto: Foto: Anselmo Cunha (Especial)


Foto: Anselmo Cunha (Especial)

A advogada Tatiana Vizzotto Borsa, que faz a defesa de Marcelo de Jesus dos Santos (vocalista da banda Gurizada Fandangueira), ingressará com um pedido para que o júri da Kiss não tenha público em razão do contexto pandêmico. A ideia é que, em isso ocorrendo, haveria o fim desse alongamento demasiado do caso. Além disso, a advogada pontua que tal medida traria também uma maior imparcialidade e segurança na condução do Tribunal do Júri, que ocorrerá, em data ainda a ser definida, em Porto Alegre. 

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O pedido, contudo, depende, antes, de que seja definido o magistrado que conduzirá o julgamento, que deve se estender por, no mínimo, uma semana. No mês passado, o TJ havia definido que a juíza Taís Culau de Barros estaria à frente do processo - o que não será mais. Já que ela está fora do país, em uma especialização nos Estados Unidos. A magistrada, conforme o TJ, irá para a Corregedoria-Geral da Justiça.

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Ainda neste mês, a juíza Cristiane Zardo - que julgou o caso dos skinheads condenados por atacarem judeus, na Capital, em 2005 - foi inicialmente designada para substituir Taís Culau. Mas a vaga pode ser preenchida por outro juiz.

TROCA 
 Segundo a advogada Tatiana Vizzotto Borsa, o cliente dela quer ser julgado. E, no entendimento dela, a pandemia também não poder ser deixada de lado neste processo. Outra questão abordada, por ela, é o fato de, até agora, não haver a definição de quem será o magistrado à frente do julgamento dos quatro réus. 
- Um júri, sem público, seria uma segurança maior aos jurados, à defesa, às partes, de forma geral, envolvidas. Tão logo esteja definido o juiz que conduzirá o processo, vou fazer esse pedido (para que não haja público). 

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Além disso, ela também pontua que o desfecho do processo principal deveria ficar a cargo do juiz Ulysses Fonseca Louzada.
- Acho que o certo e o justo seria que ele (Ulysses) fosse o juiz a presidir, por conhecer todo o processo.


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