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VÍDEO: Itaara cria plataforma própria para ensino remoto da rede municipal

Cidade também disponibiliza um laboratório de informática para alunos sem acesso à internet

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Foto: Gabriel Haesbaert (Diário)

Com o objetivo de conseguir chegar a todos os alunos da rede municipal de ensino, a cidade de Itaara teve um aplicativo, a Plataforma de Ensino e Aprendizagem, desenvolvido especialmente para as atividades remotas durante a pandemia. Em um primeiro momento, os professores passaram por uma capacitação para o uso da ferramenta. Como a região de Santa Maria ficou, na última semana, em bandeira vermelha e nenhuma atividade presencial era permitida, o app tem sido a saída para cerca de 85% dos alunos que têm acesso à internet.

Segundo Cristina Arnaout, coordenadora pedagógica da Secretaria de Educação (Smed), a plataforma está ativa há 15 dias. No total, cerca de 480 alunos são beneficiados com o aplicativo. A coordenadora explica que é possível os professores postarem atividades, videoaulas, avaliações e têm um fórum onde conseguem conversar e debater com os alunos sobre as aulas. 

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A diretora da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Euclides Pinto Ribas, Elizabete Rodrigues da Hora, diz que a plataforma facilitou o trabalho dos professores porque é possível identificar quais alunos não têm acesso às atividades remotas e, assim, permite que a escola entre em contato especificamente com os que precisam de auxílio presencial.

- Até então, a gente enviava os conteúdos e atividades pelo Facebook. E, além de enviar, a gente também tinha a entrega na escola de material impresso para quem precisava. Mas a gente não tinha conhecimento sobre quem, realmente, estava ou não tendo acesso. Os que não acessaram ainda, a gente está ligando. A maioria não tinha conhecimento da plataforma - conta Elizabete.

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Conforme a diretora, os professores e alunos estão em fase de adaptação com a plataforma. Ela conta que, os educadores que não sabiam mexer com esse tipo de tecnologia, passaram por um período de formação.

Agora, é possível auxiliar os pais dos estudantes para que aqueles que têm acesso à internet consigam cumprir as tarefas solicitadas pelo aplicativo.

- O acesso está sendo o esperado. E, agora, buscamos aqueles que ainda não acessaram. A partir da semana que vem, vamos providenciar formas de passar esses conteúdos - diz a diretora.

LABORATÓRIO
O município organizou um laboratório de informática, na escola Alfredo Lenhardt, para os alunos que não têm acesso à internet em casa - cerca de 15% dos estudantes da rede municipal. No entanto, com a bandeira vermelha na região, o local ainda não pôde ser utilizado. 

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De acordo com a coordenadora Cristina Arnaout, no momento em que forem permitidas as atividades presenciais, um ônibus de transporte escolar buscará os alunos e os levará até a escola em turnos alternados e respeitando o distanciamento necessário. São nove computadores disponíveis para as atividades.

Além disso, a prefeitura está em processo de compra de 50 tablets que serão distribuídos entre os alunos dos ensino Básico e Fundamental. A ideia é que esses equipamentos sejam direcionados às crianças que não têm esse tipo de eletrônico para participar das aulas e atividades de ensino. Agora, o Executivo municipal aguarda o andamento do processo.


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