retomada gradual

VÍDEO: Estado propõe que Ensino Infantil retome aulas presenciais na próxima terça

Para que haja a permissão para a volta presencial das aulas, a cidade da escola deve estar em bandeira laranja ou amarela há, pelo menos, duas semanas

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O governo do Estado esteve em reunião, na manhã desta terça-feira, com a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) para apresentar a nova proposta de calendário para a retomada das aulas presenciais. Conforme o governador Eduardo Leite, o retorno começaria no dia 8 de setembro pela Educação Infantil, seguido do Ensino Superior e Médio, Ensino Fundamental anos finais e, depois, anos iniciais.

Ao vivo, o governado Eduardo Leite (PSDB) detalha o novo calendário: 


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A proposta é válida apenas para as regiões que estão em bandeira amarela ou laranja. Outra informação repassada na reunião foi de que o retorno é facultativo, ou seja, os municípios podem decidir retomar as atividades presenciais ou não. Além da previsão para as escolas do Estado para o dia 13 de outubro, as outras datas são propostas para escolas municipais, privadas e de ensino superior.

CONFIRA O CALENDÁRIO PROPOSTO:

  • 8 de setembro: Educação infantil
  • 21 de setembro: Ensino Superior e Médio
  • 13 de outubro: retomada das aulas na rede estadual de ensino
  • 28 de outubro: Ensino Fundamental - anos finais
  • 12 de novembro: Ensino Fundamental - anos iniciais

Em live na tarde de terça-feira, Leite salientou que o calendário apresentado é uma proposta que tira as restrições até então existentes e não uma obrigatoriedade de retorno. Ainda conforme o governador, para que haja a permissão para a volta presencial das aulas, a cidade da escola deve estar em bandeira laranja ou amarela há, pelo menos, duas semanas, pelo modelo de Distanciamento Controlado do Estado e não pelo sistema de cogestão adotado por algumas regiões. 

- Não é um retorno a qualquer custo ou desorganizado. Não é uma permissão de volta ao normal. Vamos completar seis meses desde que as aulas presenciais foram suspensas. Debatemos o tema em várias agendas para fazer essa projeção. E, vale destacar, que o retorno é opcional, não uma obrigação. Os municípios e escolas podem adotar ações mais restritivas, se assim acharem necessário. Se preciso for, o calendário poderá ser revisto - relata o governador. 

Em relação ao retorno das aulas em escolas estaduais, Leite afirmou que a Secretaria Estadual de Educação está fazendo aquisição de equipamentos que permitam a segurança dos estudantes na retomada, em outubro. 

Tanto para a rede pública como privada, o retorno será de forma híbrida. Ou seja, as turmas deverão ser divididas em dois grupos, sendo que um dos grupos terá aulas presenciais e o outro aulas remotas, havendo trocas entre esses grupos ao longo das semanas. Essa medida, segundo Leite, será necessária para evitar aglomerações e aumentar o distanciamento dentro das salas de aulas. Além disso, horários de entrada, saída e intervalo das aulas será escalonado de acordo com as turmas, também para evitar aglomerações. 

O presidente da Famurs e prefeito de Taquari, Maneco Hassen, reprova o calendário:

- O Estado, que deveria ser o primeiro a nos dar segurança, só vai retornar daqui a 45 dias. Nós, municípios, teremos que fazer o experimento, o teste e correr o risco de ter alunos contaminados, enquanto o Estado espera e, se tudo der certo, voltar em 45 dias. Mais uma vez a responsabilidade fica com os prefeitos e prefeitas. 


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