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Aluna da UFSM faz curso de realidade aumentada de forma remota no Chile

Objetivo das aulas é auxiliar professores nos processos de ensino remotos, principalmente no momento atual de distanciamento social

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Foto: Foto: Pedro Piegas (Diário)

Foto: Pedro Piegas (Diário)

Um post no Facebook levou a estudante de Pedagogia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Mariana Borges Lemes, 33 anos, a uma experiência internacional de forma remota. Ela participou de um curso oferecido pela Universidade do Chile e pela Universidade Católica da Santíssima Concepção durante os meses de setembro e outubro. Nas aulas, é utilizado um software de realidade ampliada, que simula o ambiente escolar e as salas de aulas.

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O objetivo de curso é auxiliar professores nos processos de ensino remotos, principalmente no momento atual de distanciamento social e atividades desenvolvidas de forma online. Durante as seis aulas, Mariana recebeu tarefas, apresentou aulas, interagiu com os colegas e aprendeu sobre dinâmicas que possam deixar as aulas com as crianças mais interativas.

- O curso foi especificamente para quem é estudante de Pedagogia. Na minha turma, tinham 11 estudantes, e eu era a única brasileira. Tivemos imersão na realidade virtual para aprender a mexer nesse ambiente, a como fazer isso. Além disso, também aprendemos algumas técnicas de como ser docente na realidade virtual. Nos encontros, você entrava como se fosse um videogame, com o seu próprio avatar - conta a universitária.

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FATOR TÉCNICO
Alguns problemas técnicos quase impediram Mariana de fazer o curso. Como o software que rodava o programa de realidade aumentada era muito pesado, o computador pessoal dela não conseguia suportar e travava. Mas foi em um contato com a coordenadora do curso de Pedagogia, Jane Schumacher, que o problema foi resolvido.

Jane obteve, junto ao Colégio Técnico Industrial da UFSM (Ctism), um notebook com configuração que permitiu que o programa rodasse. Assim, Mariana conseguiu participar de todos os encontros do curso.

- Você consegue interagir muito. Nós aprendemos diversos assuntos de modo colaborativo. Recebíamos uma tarefa e, durante a semana, tínhamos que desenvolvê-la. Por exemplo, havia a simulação de uma turma que tinha um aluno com autismo, outro com Síndrome de Down e uma aluna que tinha tentado cometer suicídio. Eram criadas situações para nós nos adequarmos à realidade - explica Mariana.

A universitária teve a experiência de como seria estar em diversas situações em sala de aula. Assim, é possível ter o aprendizado para que, no momento em que o cenário se concretize, o futuro professor tenha o treinamento e saiba como agir nesses casos.


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