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'O perigo não está no comércio', afirma proprietária da Bellart

Marta Mabilia Marques participou do programa Direto da Redação, da TV Diário

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Foto: Imagem: Reprodução

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Em entrevista nesta terça-feira ao programa Direto da Redação, da TV Diário, a empresária Marta Mabilia Marques, uma das proprietárias da Bellart Óptica e Joalheria, falou sobre o atual momento vivido pela pandemia. Mesmo com um serviço considerado essencial, ela registra queda nas vendas que chega a 70%. Confira a entrevista completa:  

Diário - Quais são as principais dificuldades neste momento para as empresas?

Marta Marques - Está muito difícil para todos. Acredito que vamos precisar fazer algo para que a gente consiga manter os empregos e não existe mais possibilidade de manter o comércio fechado. Foi um absurdo o que fizeram. Não é o comércio. A gente sabe da situação. Sabemos que a doença é uma coisa terrível, mas eu digo, com toda certeza: não existe um comerciante que admita que entre uma pessoa sem máscara dentro do estabelecimento dele. Todo o comércio está com todos os equipamentos de segurança, álcool gel. Então, não é o comércio. Isso que fizeram conosco foi um absurdo, porque colocaram como se nós fôssemos os vilões da história. Não é. Hoje, vemos festas clandestinas, aglomerações e pessoas levando para dentro de suas casas esse vírus e quem pagou foi o comércio. Vemos demissão em massa, pessoas passando necessidade, e a tendência é só piorar.

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Diário - O seu setor é considerado essencial, mas mesmo assim teve consequências da pandemia?

Marta - Posso dizer, sem sombra de dúvidas, que caiu 70% o nosso movimento. No momento em que não tem a movimentação de todo o comércio, as pessoas não circulam para comprar. Claro que nós somos essenciais, mas não é por isso que vendemos a mesma coisa. Precisaríamos que todo o comércio estivesse aberto. Outro detalhe muito importante: com horário mais estendido. Se reduz o horário, as pessoas vão se aglomerar mais. No momento em que os horários são estendidos, as pessoas vão à tardinha, pela manhã. Até sexta-feira. Sábado, que o pessoal que pode ir mais tranquilo fazer as suas compras, o comércio não pode abrir. Tudo bem que eu abro. Mas não é isso, não sou eu. Nós precisamos ter um todo trabalhando. O comércio precisa de movimento. As lojas abertas com horários estendidos para que as pessoas entrem nas lojas com tranquilidade e todo aparato. As pessoas podem entrar no comércio de Santa Maria com uma certeza, que estão com toda a segurança.

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Diário - Quais são as reinvenções da empresa?

Marta - Temos 30 anos de comércio, em que a gente tem uma clientela muito grande. O que aconteceu? Agora investimos mais em redes sociais porque é uma tendência por tudo isso que está ocorrendo, muito WhatsApp. Também vamos até a casa dos clientes. 


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