bandeira preta

Empresariado demonstra preocupação com a continuidade de restrições

Estado permanecerá por mais uma semana em bandeira preta, totalizando 15 dias de restrições mais rígidas

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Foto: Foto: Pedro Piegas (Diário)

Foto: Pedro Piegas (Diário) 

"Estão usando um remédio que não está funcionando. Se realmente tivesse efeito, após um ano de tratamento, não estaríamos tão mal como estamos hoje. Decreto se cumpre, por mais que a gente não acredite nos objetivos dele. A única coisa concreta que sabemos é que muitas pessoas estão perdendo seus empregos e muitas empresas estão em uma situação gravíssima".

A preocupação traduzida pela fala do presidente da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Santa Maria (Cacism), Luiz Fernando Pacheco, reflete a angústia vivida pelo setor empresarial em função da pandemia. Se, por um lado, governos impõem restrições a diversos setores econômicos para tentar frear o avanço do contágio pela Covid-19, aliviando a pressão sobre os hospitais, que passam pelo momento mais severo da pandemia, por outro, a crise econômica gerada pelas medidas restritivas estão em um patamar quase que insustentável, principalmente para as pequenas empresas.

Rio Grande do Sul deve permanecer em bandeira preta por mais uma semana

Com todo o Estado sendo classificado com bandeira preta por mais uma semana, o impacto será ainda mais severo. O governador Eduardo Leite (PSDB) sinalizou, durante esta semana, que regras pontuais poderão, ainda ser flexibilizadas. No entanto, nenhum anúncio foi feito até agora.

DESIGUAL
O presidente do Sindilojas de Santa Maria, Ademir José da Costa, reclama da falta de equidade entre empreendimento de nível nacional e o pequeno comércio local. Ele diz que grandes redes varejistas, ao venderem biscoitos e outros artigos alimentícios, enquadram-se como comércio essencial, podendo funcionar mesmo em um período de restrições tão severas.

Ao mesmo tempo, o comércio local precisa fechar totalmente as portas, sendo permitida, apenas, a comercialização de produtos via e-commerce.

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- A flexibilização (das medidas restritivas) já ocorreu. Ela permitiu que as empresas de material de construção, indústria, entre outras, já pudessem trabalhar. A verdade é que a maioria dos setores está trabalhando. Quem está sendo efetivamente penalizado é o setor do pequeno varejo - relata Ademir.

Um acordo firmado entre o Sindilojas e o sindicato laboral permite que os patrões possam dar férias coletivas para funcionários de empresas que não podem abrir em função de medidas restritivas. 


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