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POD COMENTAR: eu não confio em Musto. E você?

Sistema de meio-campo do Inter demonstrou-se frágil durante o Gre-Nal

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Foto: Foto: iShoot (Folhapress)
Musto disputa bola com Everton, no Gre-Nal sem torcida em Caxias do Sul


Foto: iShoot (Folhapress)
Musto disputa bola com Everton, no Gre-Nal sem torcida em Caxias do Sul

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Já que o futebol está de volta, e o retorno, pelo menos por enquanto, parece definitivo, vamos falar sobre a bola rolando. Confesso que, neste primeiro momento, estou relembrando quais sãos os jogadores de cada equipe, os esquemas, a forma de atuar, quais os atletas melhores e quais são os piores. Creio que o coronavírus tenha ocupado uma grande parte da minha mente nos últimos tempos e meus registros sobre futebol ficaram reprimidos.

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Uma das situações que me saltaram aos olhos na última quarta-feira, durante o Gre-Nal da Pandemia, foi o fato de o Inter não ter meio-campo. Não estou falando de um jogador em específico. Refiro-me a um sistema.

TEMERÁRIO 
Você contrataria um garçom que, em 11 noites de trabalho, quebrou sete copos? Ele até pode permanecer empregado, mas eu ficaria de olho nele todo o tempo, esperando o próximo erro. Assim é Damián Musto. Desde o início do ano, o volante levou pelo menos seis cartões amarelos e um vermelho, em 11 partidas disputadas com a camisa colorada. A qualquer momento, de qualquer partida, ele pode ser expulso. Um volante amarelado é um garçom sem bandeja: até pode trabalhar, mas a sua capacidade está limitada. Não pode carregar muitos copos ao mesmo tempo no caso do garçom e, no caso do volante, não consegue marcar com a intensidade necessária, por medo de um segundo cartão e a consequente exclusão da partida.

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O VELHO PROBLEMA
Um pouco mais à frente, voltamos ao recorrente questionamento: o que fazer com D'Alessandro? Thiago Galhardo deve ser o responsável pela articulação do miolo e não mais o argentino. O fato é que o ídolo da torcida se aproxima do fim e se torna cada vez mais um homem fora do seu tempo. Colocá-lo em posição mais avançada no ataque, perto da área? Falta-lhe estatura. Pelo lado? Ele não possui mais velocidade "fazer o corredor". E se ele jogar atrás dos volantes, para lançar a bola em profundidade para os companheiros da frente, assim como fez Ronaldinho Gaúcho nos últimos dias no Atlético-MG? É uma alternativa. O resultado é incerto. Tão incerto quanto termos a certeza de que Patrick tem condições ou não de atuar em um clube de Série A.

Divirta-se, Coudet!

*Colaborou Rafael Favero


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