solidariedade

Ídolos da dupla Gre-Nal estrelaram jogo em Santa Maria neste sábado

Goleada Solidária Kids promoveu torneio de futebol para crianças no Bairro Camobi

Luiza Oliveira
Foto: Foto: Pedro Piegas (Diário)


Foto: Pedro Piegas (Diário)

Este sábado foi de tempo limpo: no céu, o sol brilhava forte, já no campo, estrelas da dupla Gre-Nal traziam um ar nostálgico para famílias e crianças que participaram da Goleada Solidária Kids. O evento, que busca arrecadar alimentos não perecíveis e brinquedos, também reuniu cerca de 300 crianças que mostraram todo o seu talento e empenho no futebol no campo da Vila Fighera, em Santa Maria.

A Goleadinha reuniu jogadores como Iarley, Índio, Perdigão, Adriano Gabiru, Pinga, Dinho, Fábio Rockembach e João Antônio, em um time chamado Estrelas da dupla Gre-Nal. A partir das 16h, eles jogaram contra um Combinado de Santa Maria, formado por ex-jogadores do Inter-SM e do Riograndense. A organização ficou por conta de Miguel Uhr, ex-meio campo que atuou aqui na cidade. Ele conta que, por coincidência, a data da Goleadinha coincidiu com o dia em que a mãe dele faria aniversário. Mas nada acontece por acaso: Walmira era símbolo de solidariedade e serve de inspiração para o filho.

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- Não tem preço. O objetivo aqui é ajudar ao próximo, ainda mais quando for uma criança - conta Miguel.

E foi com essa ideia em mente que os ídolos da dupla Gre-Nal se juntaram em campo: em paz e pela crianças. Antes do jogo, Dinho, ex-Grêmio, deixou claro que não estavam competindo como rivais, mas, sim, em prol de uma causa maior. Fábio Rockemback, que já defendeu as camisetas azul e vermelha, contou que gosta de participar em ações como essa porque pode dar seu exemplo e incentivar a gurizada a jogar futebol.

Foto: Pedro Piegas (Diário)

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- O importante é ajudar as pessoas, a gente fica muito feliz, ainda mais por ser com crianças - declara o campeão do mundo pelo Internacional, Adriano Gabiru.

Além do jogo dos ídolos, as crianças também brilharam em campo. Foram seis times masculinos e dois femininos. Os meninos jogaram um torneio, já as meninas, um amistoso. No final, os cerca de 300 participantes ganharam medalhas, camiseta, lanche e refrigerante. 

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Jogue como uma guria
A peleia das meninas começou fora de campo. O Real Team, da Salgado Filho, estava representado por oito jogadoras porque ainda não foi possível montar um time completo. Participando de jogos pela primeira vez, as meninas não fizeram feio: mesmo desfalcadas, levaram apenas dois gols. A meia esquerda de 13 anos, Rithielly Marafina, é direta quando é indagada sobre o motivo de ter começado a jogar futebol:

- Eu quero ajudar a diminuir o preconceito que existe contra mulheres jogando - conta a menina.

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Para outras, como Cristiéli Cardoso, atacante de 14 anos, a experiência recente serviu para fomentar um novo sonho. De acordo com a menina, ela quer se tornar jogadora profissional e atuar pelo clube do coração: o Grêmio. Para as duas, oportunidades como essa servem para colocar tudo o que aprenderem nos treinos em prática. Assim, aos poucos, podem ir construindo uma carreira e abrindo espaço para aquelas que estão por vir.


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