Informe comercial

Dez mulheres vão integrar exposição fotográfica

Dez histórias inspiradoras, dez exemplos de superação e uma homenagem sintetizam a ideia do concurso cultural 'Grandes Histórias, Grandes Mulheres'

Diogo Brondani


Dez histórias inspiradoras, dez exemplos de superação e uma homenagem sintetizam a ideia do concurso cultural "Grandes Histórias, Grandes Mulheres", promovido pelo Hotéis Dom Rafael e Diário, com patrocínio da Imembuí Microfinanças.

O concurso divulga hoje o nome das mulheres que tiveram suas histórias selecionadas para integrar uma exposição fotográfica em comemoração ao Mês da Mulher, em março.

De 28 de janeiro a 10 de fevereiro, inscrições foram enviadas ao concurso respondendo à pergunta: 'Por que esta mulher tem uma grande história para contar?'. As mais de 20 histórias inscritas foram analisadas por uma comissão julgadora formada por funcionários do Diário , que selecionou dez (veja abaixo os nomes e trechos dos textos das inscrições).

As dez ganhadoras terão como prêmio um ensaio fotográfico que será realizado nos dias 17 e 18 de fevereiro. As fotos farão parte de uma exposição fotográfica que estará aberta ao público em março em locais como os Hotéis Dom Rafael, sede do Diário e Imembuí Microfinanças.

- Com a campanha do Dia da Mulher, queremos estreitar os nossos vínculos com a comunidade e valorizar aquelas que vieram ao mundo para deixar a sua marca. O nosso intuito é tornar público essas trajetórias de força, autenticidade, afeto, coragem, determinação e empoderamento. Queremos inspirar e mostrar a força feminina, pois é um concurso de valorização das histórias e do estimulo à autoestima delas. É a primeira vez que promovemos um concurso deste tipo e estamos contando com a participação de Santa Maria - afirma José Rafael Dimpério, gerente geral dos Hotéis Dom Rafael.



AS VENCEDORAS 
Claudia Ravazi de Castro
" Um exemplo de superação após enfrentar um acidente que a deixou paraplégica, aos 16 anos, quando estava grávida. Enfrentou todas as dificuldades com superação. Finalizou os estudos, é funcionária pública federal e atleta de bocha em cadeira de rodas. "

Laura Andhrea Scheffer Quevedo 
" Um menina mulher que fez um transplante de rins aos 6 anos. Dez anos depois, em função de uma rejeição, precisou fazer novamente o procedimento. Após muitas sessões de hemodiálise e diálise, enfrentar depressão e ansiedade, hoje, aos 20 anos, independente e trabalhadora, representa muitos transplantados e tem a felicidade de dizer que com força é possível superar qualquer obstáculo. "

Maria Iria Engerroff
" Quando soube da minha gravidez, foi uma alegria imensa. Mesmo sendo de risco, consegui chegar ao sétimo mês de gestação. Meu filho nasceu aparentemente bem, no entanto, com o decorrer dos meses, fomos percebendo sequelas e um diagnóstico apontou paralisia cerebral. Foi uma luta de cirurgias, fisioterapia, fono e etc. O seu pai e eu separamos quando ele estava com 5 anos. Vim embora de São Paulo para Santa Maria. Sozinha, insegura, revoltada, mas com meu filho. Foram anos difíceis, mas vencemos juntos. Muitas vezes não posso ir onde gostaria, mas abro o sorriso e digo: vou aonde meu filho pode ir. A minha vida é a sua vida. " 

Jurema Maria dos Santos
" Ela nunca desistiu de uma batalha, por mais machucada que saísse. Sempre  se manteve em pé diante de todas as peças que a vida lhe pregou. Mãe de quatro filhos, os quais precisou criar sozinha, também é avó de três netos e apaixonada por todos eles. Para dar conta do sustento, trabalhava em mais de uma casa de família apesar, até mesmo, dos problemas de saúde. Muitas vezes chorou pela falta de água, de luz e, até mesmo, de alimento, mas nunca desistiu ou desacreditou em Deus. As pessoas têm sorte em tê-la por perto, ela é conforto mesmo sem precisar dizer nada. "

Tatiane Dias Pinto
" Minha história e viver de sonhos. Conquistei meu espaço no futebol santa-mariense. Fui atleta, a primeira mulher a treinar uma equipe de futsal adulta masculina em Santa Maria, sou árbitra e criadora do projeto Chuteiras do Bem, onde meninos e meninas que têm o sonho de se tornar jogadores e não tem condições de comprar uma chuteira são ajudados e incentivados a continuar vivendo esse sonho. "

Fernanda Flores Binato
" Esta mulher me deu muito orgulho sempre. Quando veio ao mundo, quando foi bicampeã de tênis, quando formou-se em odontologia. Acometida por um câncer, precisou amputar a perna. Mais do que nunca, é orgulho de toda a família, pela sua autoestima, superação e pela caridade que realiza em eventos e palestras com intuito de estimular outras pessoas a enfrentarem e superarem o mesmo problema. " 

Marta Perini
" Sou uma mulher igual a muitas que lutam todos os dias e, hoje, aos 48 anos, estou  realizando o sonho de um novo trabalho com direito a todo o glamour que eu sempre quis. Do interior, sai cedo da casa dos pais para estudar. Depois de vencer a depressão e outros tropeços da vida, formei, casei, viajei o mundo e tive uma filha, e, agora,mudei as regras da minha vida e resolvi investir no sonho de ser fotógrafa e recomeço com borboletas no estômago. "

Luana Lopes Rodrigues
" Ela é autora de sua própria estória. Com 35 anos, largou emprego fixo, mestrado, casamento, casa e cidade. Ouvir a voz do coração e da intuição e foi atrás de um desejo antigo e profundo de liberdade, de sair, bater as asas, se aventurar, conhecer, viver. Pegou a estrada sozinha pelo mundo. Em oito anos de peregrinação, estudou, retornou aos palcos, muito aprendeu e também ensinou. Aprendeu a curar e também se curou. De volta à sua cidade, continua criando e recriando a vida que sempre sonhou, fazendo o que gosta, em liberdade. "

Elizabete de Freitas Vasconcelos
" A rainha Elizabete, como é chamada, tem cinco filhos de sangue e outros tantos que os considera como filhos e os ajuda sempre que precisam, seja para um incentivo de crescimento, um abrigo emocional, uma comida, uma água ou um banho. Criou a todos vendendo doces e salgados na UFSM, sempre coragem e humildade, sorriso no rosto. Após algumas cirurgias, hoje vive com algumas limitações, mas continua uma guerreira semeando uma energia sem igual. "

Thais Trelha Prado
" Desde cedo, ela luta para conquistar o seu espaço. Thais nasceu surda e hoje, aos 27 anos, está prestes a ser a primeira surda a se formar em Arquitetura e Urbanismo na UFSM. Dificuldades e frustrações a tornaram uma guerreira, pois é uma estrangeira em seu país por, muitas vezes, não conseguir entender e ser entendida. "


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