+inspiração

Voluntários fundam associação para lutar pela causa animal

Letícia Dalla Corte está há sete anos lutando pelos animais em Santa Maria. Hoje, unida um grupo de dez protetores, se dedica à Associação dos Amigos Protetores dos Animais de Santa Maria

Natália Müller Poll
Foto: Foto: Marcelo Oliveira (Especial)


Foto: Marcelo Oliveira (Especial) / Mel foi resgatada por Letícia e está em busca de um lar

O amor pelos bichos se transformou em luta pelo sonho de protegê-los. Há 7 anos na causa animal, Letícia Spiazzi Dalla Corte, 25 anos, se uniu a outras pessoas que, assim como ela, atuam de forma independente pelo bem-estar dos bichos. Desta união surgiu a ideia da  Associação dos Amigos Protetores dos Animais de Santa Maria, (AAPASM).
- Resolvemos nos juntar para poder fazer mais, já que sozinho a gente não consegue fazer muita coisa. E como agora tem o cartório especializado na investigação de crimes de maus-tratos e crueldade contra os animais, nos juntamos com objetivo de buscar verba para fazer todo o trabalho que planejamos  - explica Letícia, que é estudante de Medicina Veterinária.

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Segundo ela, a AAPASM tem o objetivo de denunciar e conscientizar:
- Se o animal está em situação de maus tratos e alguém nos pede ajuda, vamos tentar ajudar. É um tipo de suporte que vamos oferecer para quem nos chamar pedindo ajuda.

A ideia é entrar em ação junto com a polícia, desde a denúncia, até a remoção do animal do local e organização de receptores e lares temporários. Letícia diz que o trabalho com os animais envolve dedicação e fôlego, ainda mais quando depende de doações:
- Não é fácil. Animais resgatados por nós, são tratados do início ao fim, e entregues castrados, vacinados, vermifugados e totalmente saudáveis. Por isso, precisamos pensar em alternativas para arrecadar fundos. Pretendemos trabalhar com eventos como o risoto que vai ocorrer no próximo dia 4 de julho, cujo valor vai ser totalmente revertido para a causa animal, assim como brechós, feirinhas de adoção.

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Como propósito de vida, tanto Letícia, quanto os demais protetores da AAPASM pretendem atuar com conscientização de crianças em idade escolar, na esperança de conseguir mudar a história dos animais em Santa Maria.

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Para o psicólogo Carlos Eduardo Seixas, o respeito e o afeto pelos bichos, quando não for transmitido por meio de valores familiares, pode ser trabalhado para modificar o comportamento. Significa que ações educativas, como as planejadas pelo grupo da AAPASM, podem surtir efeitos positivos. Ele explica:
- A transmissão de valores familiares pesa no desenvolvimento das nossas capacidades de sensibilidade, ainda mais com o modelo atual familiar que envolve mais trabalho, mais correria, menos tempo em casa, menos qualidade afetiva, então as pessoas acabam optando por conviver com animais como se fosse um familiar. Existem pessoas que têm uma sensibilidade para situações com bichinhos e outras não, isso pode ser explicado por uma questão temperamental, mas pode ser moldado pela educação.
Na verdade, tudo o que somos hoje, não "nascemos com", mas sim aprendemos a ser. Somos um composto de aspectos biológicos e psicológicos, que vem muito do padrão de educação, de infância, de adolescência e como que a gente se relaciona.

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