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Empresária distribui esperança com a confecção de quadros e terços

Juliana já entregou mais de 130 terços e 60 quadrinhos religiosos a amigos e conhecidos. O objetivo dela é levar mensagens de esperança e conforto durante a pandemia

Foto: Foto: Marcelo Oliveira (Especial)


Foto: Marcelo Oliveira (Especial)

A empresária Juliana Ravanello Cervi, 47 anos, dedica-se ao artesanato desde o ano passado, quando decidiu transformar a habilidade com as mãos, em uma corrente de solidariedade. Com a ajuda do marido, o também empresário, Giovanni Cervi, 50 anos, e dos filhos Lorenzo, 24, e Luiza Ravanello Cervi, 15, ela já confeccionou mais de 130 terços e 60 quadrinhos religiosos.
- Luiza faz os terço comigos. Giovanni e Lorenzo fazem as entregas. É um trabalho em família - diz ela, orgulhosa.

Celebrações personalizadas conquistam o público local

Juliana conta que a ideia de produzir quadrinhos religiosos começou a tomar forma no início da pandemia. Conforme ela, com lockdown, passou a refletir a respeito da situação dos idosos, que, com o isolamento, precisaram mais de conforto espiritual:
- Durante a minha vida toda, gostei de ajudar o próximo, mas, no ano passado, fiquei mais preocupada com os idosos. Ao ver uma imagem da Nossa Senhora do Silêncio na internet, decidi que, por meio dela, levaria uma palavra de conforto e de cura aos amigos e a quem estivesse ao meu redor.

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A empresária também passou a produzir terços personalizados. Junto deles, ela anexa um bilhete com palavras de fé, escrito a próprio punho.
- Fiz o primeiro quadro para uma amiga. Ela encomendou outro e vieram mais pedidos. Tanto quem doa quanto quem entrega é beneficiado - conta.
Foi por meio da fé que, em 2017, Juliana encontrou cura para a depressão. Para ela, as produções de quadros e terços são uma forma de agradecer pela cura e manter a mente ocupada:
- Levar a mensagem de Deus virou a minha missão de vida. Gostaria muito de continuar, mas preciso de recursos paro material. Minha meta é entregar terços a adolescentes que estãoem uma fazenda de recuperação. Quero fazer o mesmo nos hospitais da cidade.

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Hábitos que curam

Segundo a psicóloga clínica, com ênfase na abordagem cognitivo comportamental, Jaqueline Migliorin Tadiello, toda atividade iniciada por vontade própria reduz o risco de agravamento de doenças.
- Ao treinarmos nosso cérebro por meio de iniciativas estimulantes, aumentamos nossas conexões neuronais. Com isso, reduzimos o risco do desenvolvimento ou agravamento de doenças mentais - explica.
Ainda de acordo com Jaqueline, hábitos manuais proporcionam gatilhos emocionais, como os relacionados à fé.
- Assim como o artesanato ajudou Juliana,outras alternativas são aliadas da saúde mental. O importante é buscar opções que façam sentido para cada um e que, de alguma forma, sejam prazerosas - conclui ela.



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