reportagem especial

Legado olímpico: da experiência de Anderson Henriques e Maria Portela ao sonho de Ana Laura

Janaína Wille e Pâmela Rubin Matge
Foto: Foto: Renan Mattos (Diário)


Foto: Renan Mattos (Diário)

Não teve sequer um entre os 17 dias da Olimpíada de Tóquio que Ana Laura Amarante da Cruz, 12 anos, e a família não tivessem em frente à televisão e acompanhado as diferentes competições esportivas madrugada adentro. É que a menina se via em cada atleta e projetava, ali, um sonho que espera realizar. Tenista, Ana iniciou no esporte aos 6 anos por meio do projeto social Tênis no Bairro, desenvolvido pelo Avenida Tênis Clube (ATC).


Atualmente, ela é a número 1 do Brasil na categoria 12 anos feminino. No último mês, tornou-se também campeã sul-americana integrando o Time Brasil BRB, que representou o país na disputa em Lima, Peru.

Ocorre que para ela seguir levando o nome de Santa Maria, do Estado, do Brasil, Ana precisa seguir competindo. Moradora da vila Arco-Íris, periferia de Santa Maria, tem dos pais o apoio incondicional, e do clube o custeio para despesas básicas. Mas a cada competição é preciso se reorganizar e o receio de não fechar as contas é sempre iminente. A menina, número 1 do Brasil, não tem patrocínio exclusivo. A propósito, uma vaquinha com doações a partir de R$ 20 está sendo feita para arrecadar recursos financeiros para viagens e equipamentos para treinos e jogos.

Foto: Renan Mattos (Diário)/


Tímida e de pouquíssima fala, é difícil arrancar alguma palavra de Ana, que só se rendeu ao confidenciar ser fã de trajetória esportiva e pessoal da tenista Serena Willians.

- Porque ela batalhou muito, por ser minha inspiração no tênis, pela cor dela... - justifica a tenista, sentada no pátio de casa e com uma certa insistência da mãe Zeli Amarante da Silva, 48 anos, e do pai Jean Carlos da Cruz, 50.

Neste ano, porém, a identificação se revelou ao acompanhar a atuação das jovens Rayssa Leal e Rebeca Andrade.

- Desde os tênis, as roupas de treino, contamos com ajuda. A Ana tem muito foco, está no 6º ano da escola, acorda cedo, treina de 6 a 8 horas por dia, abriu mão de muita coisa da infância para se dedicar ao esporte todos os dias. Sou técnica de Enfermagem e meu esposo motorista de aplicativo. A gente faz o que pode, mas tem o medo de não conseguir acompanhar. Nosso maior realização é ver a realização dela a cada conquista. Esse projeto (Tênis no Bairro) é tudo para ela - conta a mãe, emocionada.

O Tênis no Bairro revelou outros campeões em nível nacional e hoje conta com instrução do professor de Educação Física Dena Amarante, que começou no Avenida Tênis Clube, ainda na adolescência, como gandula.


Foto: Renan Mattos (Diário)

LEGADO
O legado olímpico tirou o sono da família Amarante durante evento, mas devolveu esperança pela proximidade das histórias por trás das competições. Aqui na região, todos torceram por Anderson Henriques e choraram com Maria Portela. Muito além do simbolismo de uma medalha, foi a dignidade de chegar tão longe e a magnitude que eles representaram que serviram de inspiração. Em comum, o berço em projetos sociais.

- Eu hoje me inspiro neles para um dia ir para uma Olimpíada, e quero servir de inspiração para outras crianças e poder mudar a vida da minha da minha família - acrescenta Ana Laura.

Contudo, quantas Anas escapam o próprio sonho por falta de patrocínio, de apoio familiar ou de comida na mesa?

Para que esse legado não depare em trajetórias interrompidas, é preciso que os diferentes setores sociais, poder público e iniciativa privada se desacomodem e rompam uma estrutura que agoniza e não tem como prioridade o investimento no esporte.

Na próxima terça, Ana viaja para mais uma competição: vai a Serra Negra (SP) e participa da Copa Kirmayr de Tênis, que conta pontos para o ranking brasileiro. Para conseguir recursos e poder disputar as competições, a família de Ana Laura criou uma vaquinha na internet. Clique aqui para ajudar.

Em 2024, quem sabe não sejamos espectadores da santa-mariense que irá representar o país na vila olímpica de Paris? A torcida é desde já.



Foto: Renan Mattos (Diário)


"O JUDÔ MUDOU MINHA VIDA"
Maria Portela
só tinha 9 anos quando o judô foi apresentado a ela. Era um período delicado: tinha perdido o pai há dois anos. A mãe, a dona de casa Sirlei, precisava se virar para sustentar Maria e os três irmãos e, por isso, deixou Júlio de Castilhos rumo a Santa Maria, cidade mais desenvolvida e onde os pequenos poderiam ter mais oportunidades. Sirlei ainda não sabia, mas acertou em cheio. Recém matriculada na Escola Estadual Augusto Ruschi, Maria foi convidada por uma professora para conhecer o judô no contraturno escolar. Como era de graça, Maria foi. Mas a condição imposta pela mãe era que o irmão fosse junto. Desde aquele momento, no ano de 1997, até hoje, não houve um dia em que o kimono não esteve presente na vida da "Raçudinha dos Pampas", que se tornou atleta olímpica, deu vários ippons nas dificuldades e mobilizou o Brasil durante os Jogos de Tóquio.

- Se não fosse o projeto Mãos Dadas, eu jamais teria me tornado atleta. Eu não tinha condições financeiras para praticar esporte. O judô mudou a minha vida. Fui a única a sair do projeto e virar atleta de alto rendimento, mas eu tenho convicção de que o projeto mudou a vida de cada uma das crianças que passou por lá - destaca Maria Portela.


Foto: Gaspar Nóbrega (COB)

A professora responsável por ensinar os primeiros golpes foi Aglaia Pavani. Mais do que professora, Aglaia esteve com a judoca em todos os momentos da carreira.

- Sempre me perguntam: quando vai surgir uma nova Maria Portela? A gente observa muitas crianças com potencial. Mas, o que faz a diferença é o quanto a pessoa pode e quer se dedicar. A Maria sempre foi a primeira a chegar e a última a sair dos treinos e abdicou de muitas coisas para virar atleta de alto rendimento - revela.

'Não ganhei medalha, mas ganhei muito amor', afirma Maria Portela após disputa da Olimpíada

A CARREIRA

Desde nova, Maria Portela participou de competições nacionais. Mas, a pressão da família era para que estudasse, então não sobrava muito tempo para treinar na adolescência. Mesmo não treinando, ganhou uma competição brasileira aos 17 anos e foi convidada para ir para Santa Catarina.

- Só que lá não foi como eu imaginei. Eu fui lá para desenvolver o judô, mas também não estava conseguindo treinar porque precisava trabalhar para me sustentar. Trabalhei como babá e morei no emprego. Só conseguia fazer um treino por semana. Em certo momento eu pensei: poxa, eu sai de Santa Maria para praticar judô, mas não estou fazendo isso. Então, resolvi que precisava mudar. Essa é uma realidade comum a muitos atletas: como é possível treinar e se destacar, sem investimento? Tendo que trabalhar e deixar o esporte para as horas vagas? - questiona.

Então, aos 19 anos, conseguiu um novo clube para treinar em São Paulo. Lá, conseguiu apoio e patrocínio para que não precisasse trabalhar, mas ainda faltava algo. Queria chegar na Olimpíada de Londres, em 2012, mas os treinadores não depositavam confiança nela. Foi neste momento que voltou ao Rio Grande do Sul, na Sogipa, clube que representa até hoje.

- Na Sogipa encontrei pessoas que acreditaram em mim. Acontecia muito das pessoas não acreditarem em mim principalmente por causa da minha estatura, que é baixa para a minha categoria. Em menos de dois anos lá, consegui o índice e fui para a minha primeira Olimpíada, aos 24 anos - afirma.

TRAJETÓRIA OLÍMPICA
Na primeira participação olímpica, foi eliminada na estreia para a colombiana Yuri Alvear, medalhista de bronze naquela ocasião. Caiu no choro, se abalou. Conquistou uma nova vaga para a Rio 2016. Em casa, já uma atleta mais madura, a expectativa aumentou. Venceu a primeira luta, o que lhe tirou um peso das costas, mas caiu nas oitavas de final.

Levantou-se, brigou e conquistou com méritos uma nova chance de participar da Olimpíada no Japão, país berço do judô. Aos 33 anos, chegou em sua melhor fase. Em uma disputa polêmica e eliminação considerada injusta, caiu de novo nas oitavas de final. Naquele momento, Maria chorou e pôs para chorar - em um misto de indignação e orgulho - milhares de brasileiros. Já nas redes sociais, recebeu uma onda de apoio e viu seus seguidores subirem de 18 mil para 86 mil no Instagram.

- Fui muito abraçada pelos brasileiros. Recebi muitas mensagens e ainda não consegui responder. É algo que eu realmente quero fazer, responder cada uma das mensagens. Não estou acostumada com isso. Ficou um sentimento de frustração pela derrota, mas acho que consegui passar uma mensagem positiva porque dei o melhor de mim - lembra.


Foto: Arquivo Pessoal

FUTURO
Os próximos passos de Maria Portela ainda são incertos. No momento, está concentrada em descansar - há cinco anos não tirava férias. Ainda não há competições pela frente e a judoca também não sabe se quer enfrentar mais um ciclo olímpico até Paris em 2024:

- Quero colocar os planos no papel. Eu cheguei até aqui foi porque sempre tinha uma força grande e eu acreditava muito na medalha. Não que eu não acredite mais, mas eu já tive três oportunidades. Talvez não seja o meu destino ser medalhista olímpica, Talvez meu propósito seja outro. Seja inspirar as novas gerações pela minha persistência e garra.

A CORRIDA EXTRAPOLA O PÓDIO
Hiperativo na infância e na adolescência, Anderson Henriques, 29 anos, encontrou no caminho professores que souberam usar essa característica como ferramenta para transformar a realidade do menino que se tornou atleta olímpico.

- Ele fazia tudo correndo. Em casa, quando eu pedia para fazer alguma coisa, ele corria de um cômodo a outro, não sabia caminhar - conta a dona de casa Ida Narcisa Henriques, 55 anos, mãe de Anderson.


Foto: Gaspar Nóbrega (COB)

E correndo chegou a Tóquio, no maior evento do esporte mundial. Na infância, jogou futebol, vôlei e andou de skate. Mas foi em um esporte que ele pouco conhecia que se encontrou como atleta. O atletismo foi apresentado por meio do projeto social Atleta Campeão, desenvolvido na Escola Técnica Estadual Dr. Rubens da Rosa Guedes em Caçapava do Sul.

Perguntado se teria chegado a uma Olimpíada sem o incentivo que teve no projeto social, Anderson é categórico:

- Com certeza, não. Ao menos não no atletismo. Poderia ter me desenvolvido em algum outro esporte. Mas foi a paixão dos meus professores com o atletismo e a visão deles sobre a minha aptidão para corrida que me incentivou.

Foi a primeira participação de Anderson em uma Olimpíada. O atleta esteve no revezamento 4x400 metros misto. A equipe dele foi eliminada na classificatória e não conseguiu avançar à final. Apesar disso, o quarteto conseguiu bater o recorde sul-americano da prova.

- O nível da prova estava muito forte. Fomos pegos desprevenidos. Isso mostra o nível do esporte sul-americano. Conseguimos bater o recorde do continente, o que é algo positivo para nós, mas ficamos bem atrás dos demais. Além da dificuldade de incentivo, há a dificuldade de acesso às principais competições, que acontecem na Europa. Então, só em competições maiores conseguimos entender em que nível a equipe se encontra - analisa.

Desde os 17 anos, Anderson vive em Porto Alegre. Foram Desde os 17 anos, Anderson vive em Porto Alegre. Foram os professores que o levaram para fazer os primeiros testes na Sogipa. Hoje, ele representa a Associação Atletismo de Blumenau (AABLU) e vive do esporte.

- Tem muitas coisas que no início eram tratadas como dificuldades. Eu saí de casa muito cedo, precisava treinar e me preocupar em conseguir a minha alimentação, por exemplo. Tive muita responsabilidade desde cedo. Os equipamentos também eram difíceis de conseguir, porque eram muito específicos. A primeira sapatilha eu lembro que ganhei de um tio meu. Sempre tive muito apoio da família - lembra.


Foto: Arquivo Pessoal

PRÓXIMOS PASSOS
A temporada de 2021 já chegou ao fim para Anderson. Agora, ele concentra seus esforços na preparação para o próximo ano, quando disputará o Mundial de Atletismo, em julho, em Oregon, nos Estados Unidos. Nos próximos Jogos Olímpicos, em Paris, no ano de 2024, o atleta vai estar com 32 anos e sonha conseguir a segunda classificação:

- O ciclo olímpico será um pouco menor, só de três anos. Mas espero sim alcançar o índice e voltar a representar o Brasil.

 "QUANDO ELE TINHA UNS 13 ANOS, VIMOS POTENCIAL NELE COMO ATLETA"
O projeto criado em 2006 pelos professores de educação física Silvio Tondo e Paulo Roberto Benites revelou além de Anderson, o jogador de futebol Jaílson, que passou pelo Grêmio e agora está no futebol chinês. Mais que revelar atletas de alto rendimento, o objetivo principal é desenvolver a cidadania.


Foto: Arquivo Pessoal
Em 2009, após vencer o campeonato nacional juvenil, Anderson foi recebido em Caçapava do Sul com carreata

- Para nós, ver um atleta nosso em uma Olimpíada é um grande orgulho. Porém, saber que ajudamos tantas crianças a gostarem de esporte, a se ocuparem no tempo livre, a se tornarem pessoas melhores, tem o mesmo peso - define Silvio.

A escola é rural. Quando começaram a montar equipes esportivas, os dois professores tiveram dificuldades. Por ficar um pouco afastada do centro da cidade, muitas famílias preferiam manter seus filhos em escolas mais próximas. Então, entra o poder de convencimento dos educadores e a oferta de uma formação diferenciada.

- Nós fomos pessoalmente falar com os pais do Anderson. Quando ele tinha uns 13 anos, vimos potencial nele como atleta. A mãe aceitou que ele fizesse um teste na escola, para ver se gostava. O Anderson fez esse teste e nunca mais saiu. Ele treinou em várias modalidade até que vimos essa aptidão especial para o atletismo - explica Paulo.

PROJETOS SOCIAIS, DA SOBREVIVÊNCIA À REALIZAÇÃO DE SONHOS
Dos mais de 300 atletas que foram a Tóquio, cerca de 80% receberam verbas do Bolsa Atleta. De uma forma resumida, pode se explicar que há um importante quadripé para o fomento do esporte olímpico e paralímpico no Brasil: a Lei das Loterias (que destina 2% da renda para o COI e Comitê Paralímpico), o Bolsa Atleta (programa de patrocínios individual), a Lei de Incentivo ao Esporte (que fornece dedução no Imposto de Renda) e os projetos sociais. Quem explica é Cláudia Kessler, doutora em Antropologia Social, pesquisadora na área esportiva e formada na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

- O esporte brasileiro, em grande medida, é beneficiado pela existência de projetos sociais, como no boxe, que saiu das Olimpíadas de Tóquio com três das 21 medalhas conquistadas. Esses projetos são realizados com muitos esforços e até mesmo com baixos recursos por associações comunitárias, ONGs e coletivos que possuem impacto na vida de crianças, adolescentes e atletas, promovendo cidadania, oportunidades de vida e inclusão social. Para alguns participantes, esses espaços podem ser os únicos momentos de lazer e diversão, estimulando a disciplina, o espírito de coletividade a dedicação aos estudos e a sonharem em ser futuros campeões. Projetos sociais ampliam a base atlética regional e nacional, para que possam ser selecionados os melhores talentos que competirão em esportes de alto rendimento - argumenta Cláudia.

FORMAÇÃO
Em nível local, Aglaia Pavani, que coordena o projeto de judô Mãos Dadas, salienta que revelar um atleta olímpico é um sonho distante para a maioria dos projetos sociais. Isso porque lidar com a falta de recursos, já que muitas vezes os próprios professores tiram dinheiro do bolso para manter os trabalhos, é comum no meio desse caminho. O objetivo principal costuma ser a formação cidadã das crianças e adolescentes, dar a eles uma ocupação para que não estejam nas ruas e ensinar valores como espírito de equipe. Há projetos sociais que ajudam a garantir condições mínimas de sobrevivência a muitas famílias.

- Nós fazemos recolhimento de alimentos, material escolar, roupas e cobertores para entregar às famílias que participam do projeto. Muitas vivem em situação de vulnerabilidade. Nós fazemos tudo o que podemos. Como eu vou manter uma criança treinando, se em casa falta comida, falta o básico? - afirma a treinadora de judô Aglaia Pavani.

A antropóloga também é crítica às recentes mudanças que refletiram na perda de investimento a atletas e atividades esportivas:

- Devemos olhar um pouquinho para o passado e pontuar que em 2019 houve um impacto simbólico negativo no esporte, quando o Ministério do Esporte (criado em 1995) foi extinto na estrutura administrativa e a pasta foi incorporada ao Ministério da Cidadania como Secretaria Especial do Esporte. Neste sentido, houve uma redução na destinação de verbas, superadas pelos esforços pessoais de atletas e por investimentos provenientes do Bolsa Atleta, programa do Governo Federal que existe desde 2005.

Neste ano, o Brasil superou o recorde de medalhas de 2016 e conseguiu pódios históricos em Tóquio. Entre os atletas, 42% não tinham nenhum tipo de patrocínio, 13% fizeram vaquinha e 10% não vive só do esporte, tendo inclusive atletas que trabalhavam como motoristas de aplicativo.

Entre os 46 esportes olímpicos, Santa Maria conta com projetos sociais que vão do popularizado futebol ao ainda pouco difundido golfe. Abaixo, algumas das iniciativas da cidade.

_ Os critérios de escolha dos alunos são aleatórios, as idades também, mas os critérios de permanência passam pelo aproveitamento escolar e comportamento. Eles somente tinham ouvido falar do esporte e visto na TV, jamais imaginavam que teriam a oportunidade de jogar. O que queremos é formar cidadãos, que estes alunos possam fazer a diferença em suas comunidades, através dos princípios do Golfe, caráter, honestidade e honra norteiam nosso esporte. Lutamos para ter um taco na mão e um livro na outra _ conta Fabio Mendes Prates, 51 anos, diretor e idealizador do Golfe na Escola.

  • Basquete - Santa Maria Basquetebol - Iniciou neste mês e contará com cerca de 60 participantes entre 8 e 12 anos vinculados a escolas públicas e sociais
  • Canoagem velocidade (sprint) - Asena/ projeto Remar. Desde 2011, fundada, à época, atletas da Seleção Brasileira de Canoagem Gilvan e Givago Ribeiro. Cerca de 40 participantes entre 9 e 18 anos matriculados em escolas públicas
  • Futebol - Novo Horizonte. Desde 1996, conta com 250 participantes crianças e adolescentes até 15 anos
  • Golfe - Golfe nas Escolas. Desde 2019. Conta com 25 participantes da Escola Municipal João da Maia Braga, beneficiada no projeto pela proximidade ao campo de golf
  • Judô - Mãos Dadas. Desde 1994, conta com cerca de 400 participantes, com crianças a partir dos 5 anos e sem idade limite
  • Skate - Bora skatear. Desde 2021, conta com cerca de 30 participantes. Não tem limite de idade e não é necessário fazer inscrição
  • Taekwondo - Projeto Tocar Taekwondo. Desde 2018, conta com 50 crianças e adolescentes da Vila Arco Íris , no Bairro Noal, oferecendo aulas de taekwondo e dança. Já o projeto Atleta Cidadão existe desde 2014 com aulas no CDM. Atualmente, atende 80 pessoas. As crianças devem estar na escola
  • Tênis - Tênis no Bairro, do Avenida Tênis Clube (ATC) - Desde 2009, conta com cerca de 50 crianças de 6 a 11 anos matriculadas em escola pública


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