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vida e saúde

Musculação para o Idoso: não deixe a idade limitar o seu desempenho

18 Junho 2018 18:00:00

Colunista Michel SIlva fala sobre o benefícios da atividade física entre os idosos

A expectativa de vida da população em geral é cada vez maior. Com isso, uma mudança de paradigma também vem ocorrendo quando se pensa em longevidade: já não se pensa mais tanto em "viver mais" e sim em "viver melhor". Muito além da maior expectativa de vida, é fundamental que a velhice seja funcional e com qualidade, uma vez que um dos maiores temores dos idosos é exatamente a perda da autonomia.

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Neste sentido, a musculação para idosos vem ganhando muitos adeptos, amparados pela ciência, que vem estudando amplamente os benefícios dessa atividade na busca por uma melhor qualidade de vida. Um ponto muito interessante, que vale ser destacado é que, além de verificar o aumento da força em idosos como consequência da musculação, estudos também apontam que um treinamento de maior intensidade foi associado com maior melhora nos ganhos de força.

Com isso, derrubamos a ideia de que o treino para idosos deve ser "leve". Ele deve ser sim, alinhado as necessidades individuais de cada um como o treino de qualquer outra pessoa.

Importante também lembrar que os efeitos colaterais da musculação nos idosos estudados foram raros ou inexistentes.


Foto: Pixabay

Tratando agora sobre os aspectos práticos, podemos destacar:

Escolha dos Exercícios/Execução Técnica
Mais do que pensar nos músculos que serão ativados, é interessante a inclusão de movimentos multiarticulares, que envolvam atividades motoras parecidas com as do cotidiano. Na busca pela autonomia, a funcionalidade deve ser a base da montagem do treino. Mas sempre com atenção à execução técnica dos mesmos. Não podemos colocar um idoso para executar movimentos que ele não seja capaz de realizar com segurança e eficiência. Até porque. uma lesão é a última coisa que queremos nessa situação;

Estímulo/Frequência/Assiduidade
A capacidade de adaptação do idoso tende a ser mais lenta. Mas não é por isso que devemos manter um treino sempre igual, sem aumento de intensidade ou carga. Devemos sim ter responsabilidade, promovendo um aumento da carga de treino sequencial e criterioso.

O idoso também tem uma capacidade de regeneração mais lentado, tornando mais importante ainda a atenção ao equilíbrio entre estímulo e descanso. Em geral, conforme estudos mostram, de 3 a 4 treinos por semana são suficientes.

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Avaliação e Periodização
Um idoso não é apenas um número, o que vai definir o andamento do treino não é a idade em si, e sim o seu histórico prévio de atividade física (ou falta da mesma) lesões, doenças de ordem metabólica e demais efeitos deletérios comuns à idade. Por isso é fundamental uma boa avaliação prévia do estado inicial do idoso, para definir com uma periodização de treinamento as intervenções que serão colocadas em prática para amenizar/curar esses fatores, bem como prever um controle do aumento da sobrecarga do treino durante o período.

Concluindo: deixemos de lado a idéia de que "o que for feito está de bom tamanho", uma vez que o idoso não era previamente ativo. Com conhecimento e carinho na condução do treino, teremos verdadeiramente uma "melhor idade" 

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