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vida e saúde

Amor: o que as mulheres pensam e sentem

11 Junho 2018 12:33:00

Colunista Denise Rodrigues fala sobre a visão feminina do amor

Ah, o amor! O tão famigerado amor. Aquele que te coloca nas nuvens e é capaz de deixar a tua pele magnífica ou pode te deixar dias em depressão, atirada numa cama sem vontade de fazer absolutamente nada.

Como são as famílias hoje?

Cheio de contrastes comportamentais, faz as pessoas investirem e correrem riscos de se machucarem, para viverem uma aventura extraordinária. Ter um amor é algo que ainda é um objetivo de vida da grande maioria das pessoas. O querem verdadeiro, sem jogos, na mais pura transparência, mas parece que não é assim que ultimamente isso tem rolado.



Foto: Pixabay

De umas décadas para cá, as relações ficaram mais superficiais, onde as mentiras , os jogos e o interesse puro pelo sexo matou o romantismo e o afeto que se via antigamente. Antes se formava o afeto e o sexo aparecia como um complemento. Agora fazem sexo e tentam descobrir o que sentem um pelo outro. Parece mais frustrante, ao menos para as mulheres, pelo que posso observar. Aquela espécie de encantamento que se criava enquanto você conhecia o outro, aquilo que te fazia sonhar, pequenos detalhes que te faziam querer mais e mais, que te faziam usar o imaginário como forma de enriquecimento antes de ir para os finalmente, mudou. As pessoas tem medo de se envolverem.

Hoje a grande maioria já vai para a cama e a antecipação do grande momento acaba colaborando com a destruição do que vinha sendo construído aos poucos. Não adianta, o amor precisa de ritual, um mistério, um gostinho de quero mais. Tem que ter magia, daí sim o sexo vai ser bom. O amor é feito de surpresas e se estrutura na verdade, na sinceridade.

O rosto e a atualidade

Não tem fórmulas mas tem tempero, tem pegada, tem carinho, tem beijo gostoso, tem sexo com qualidade mas sobrevive no respeito, na cumplicidade. Você planta na vertical o que quer colher na horizontal, principalmente no universo feminino. Mulheres precisam de atenção e mimo. Ser tratada na grosseria não cativa e tem muito marmanjo mal acostumado, achando que a mulher esquece das grosserias na hora de fazer sexo.

Aliás, fazer sexo é uma coisa, fazer amor é outra coisa. Sexo se faz no automático, não tem entrega, às vezes as mulheres não tem nem orgasmo e os homens nem ficam sabendo. Fazer amor é entrega total, é porque ele merece ou fez por merecer, ele plantou e mereceu uma colheita bem generosa. Entre ajustes e desajustes, os corajosos(as) persistem na busca de como fazê-lo melhor, pois insistir nos erros é burrice.

"Não esqueçam que todos os dias é o dia dos namorados para quem realmente ama".

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