Dez entre dez articuladores apostam: Lucia Madruga será a vice de Decimo

Dez entre dez articuladores apostam: Lucia Madruga será a vice de Decimo

Foto: Beto Albert (Diário)

Depois de tantas arestas aparadas, inclusive a dificuldade de convivência dos mais antigos pepistas com Jorge Pozzobom - a quem debitam os problemas de quatro anos atrás, quando houve o rompimento que levou à candidatura, depois derrotada pelo tucano, de Sérgio Cechin à prefeitura -, não deve haver problemas maiores.

 

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No caso, a virtual indicação de Lucia Madruga, filiada ao PP há um mês, para compor a chapa majoritária com o atual vice-prefeito Rodrigo Decimo, do PSDB. A professora, como se esperava, renunciou ao cargo de secretária municipal de Educação e assim se desincompatibilizou no tempo certo para poder concorrer. Desta forma, e como ninguém acredita que possa surgir outro nome, está feita a dobradinha que reúne, além do governo, uma das principais siglas de oposição.


Agora, o grupo de partidos que já tem o Republicanos, dos edis Alexandre Vargas e Getúlio de Vargas, deverá abrigar pelo menos PSB e PSD, respectivamente dos vereadores Danclar Rossato e Paulo Ricardo.


A expectativa é agregar outras siglas menores ou nem tanto. E, quem sabe, o que ninguém confessa de público, atrair também o MDB de Fantinel e Magali.


Luneta

Tudo bem, mas...
Sandra Rebelato confirmou a saída da vice-presidência do PP, ainda que se tenham aparado as arestas que a separam do presidente do partido, Pablo Pacheco. No entanto, que se registre, a decisão por aclamação, pela aliança com o PSDB de Rodrigo Decimo, não contou com apoio formal da histórica militante partidária. Sim, na hora do voto, ela já não estava na Câmara, onde ocorreu a reunião do Diretório.


Tudo bem, mas...
Boa parte do PP segue magoada com tucanos em geral e Jorge Pozzobom em particular. É o grupo que não esquece a ruptura (e consequências) de 2020, quando o partido apostou no então vice-prefeito Sérgio Cechin para concorrer, à época em aliança com o MDB. A decisão pró-tucanos, assim, se deu, dizem, com o PSDB “de Rodrigo Decimo”. E tudo para evitar o “mal maior”. Leia-se: o PT, principal adversário.


"Puxadores"
Como o partido não terá candidato a prefeito e, assim, não contará com o positivo efeito colateral de ter seu número (11) propagandeado no trololó eletrônico, o Progressistas (PP) aposta numa fornida nominata para ao menos eleger quatro edis, como em 2020. Sem Pablo Pacheco, que não concorre, a sigla apresenta dois nomes para “puxar” votos. No caso, Sérgio Cechin e Luiz Carlos Fort (oriundo do PT).


Pois então!
Palavras do presidente em exercício do MDB, Antonio Carlos Lemos, após o anúncio da desistência de Beto Fantinel: “semana antes de 24.05, Beto disse a mim e outros companheiros, em reunião em Santa Maria, que continuaria pré-candidato. Depois, houve pressão da bancada de deputados, do presidente do MDB/RS e dos bedéis da secretaria e do gabinete, não querendo perder seu emprego.” Pois então...


Para fechar!
Jamais vão dizer isso, porque não seria politicamente adequado. Mas o fato é que o campo da esquerda, especialmente o PT de Valdeci Oliveira, sorri com as desventuras da destra santa-mariense. Que, salvo alguma desistência, poderá ter até três nomes a representá-la nas urnas, todos importantes pela história eleitoral recente, e um deles por conta do partido e de quem é seu padrinho maior.


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