jaqueline silveira

O Cpers não teve muita escolha

Entidade fechou um acordo, articulado pelo MDB, com o governo Eduardo Leite (PSDB), para amenizar as perdas da categoria

Foto: Caco Argemi (Cpers/Sindicato)

Alguns professores criticaram a posição da direção do Cpers que fechou um acordo, articulado pelo MDB, com o governo Eduardo Leite (PSDB), para amenizar as perdas da categoria. Diante da crise do Estado, Piratini e professores teriam de dialogar e ambos cederem em alguns pontos. E foi o que aconteceu. A partir do acordo, o MDB apresentou as emendas com as alterações e que foram aprovadas. Uma das mais importantes assegurou que os reajustes e reposição salarial concedidos não sejam descontados da parcela autônoma.

Presidente do Progressistas joga a toalha

Em nota depois da aprovação, a direção do sindicato esclareceu sua posição diante do fato de o governo ter votos suficientes para aprovar o plano de carreira sem ajustes. "Nos vimos diante de uma encruzilhada histórica. Optamos, com a responsabilidade que nos cabe enquanto lideranças, pela via da redução de danos até o limite possível, com a mediação do MDB", diz um trecho da nota publicada pelo Cpers. E acrescentou: "Evitou-se, assim, o congelamento dos salários da categoria, criando condições para aumentos reais a partir de 2021. Sem esta articulação, aposentados poderiam ficar até 11 anos com os proventos paralisados."

Diante da situação, o Cpers/Sindicato teve de se valer de um velho ditado popular: "mais vale o pouco do que o nada."


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