Deni Zolin

Estado publica estudo final para concessão da RSC-287

Projeto prevê 5 praças de pedágio e a duplicação dos 204 km da rodovia, entre o trevo do aeroporto de Santa Maria e Tabaí

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Depois de quase um ano de atraso e de mudanças, o Estado publicou nesta quarta, no site da Secretaria Estadual de Parcerias, os estudos técnicos com todos os detalhes do projeto de concessão dos 204 km da RSC-287, entre o trevo do aeroporto de Santa Maria e Tabaí. Nos documentos, estão os estudos técnicos de viabilidade econômica e as obras previstas, como a duplicação total. Também consta que a tarifa-teto de pedágios para automóveis ficou em R$ 7,44. Segundo o secretário de Parcerias, Bruno Vanuzzi, esse valor poderá ainda baixar, quando o Daer atualizar suas tabelas de preço do asfalto. Ele acredita que o preço deve ter um redução de, pelo menos, 25% durante o leilão. Se isso ocorrer mesmo, a tarifa poderia cair para R$ 5,60. Mas o valor real dependerá da concorrência.

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O próximo passo do processo de concessão será a sondagem de mercado, em que o governo deve realizar reuniões por videoconferência nos dias 1º, 2, 8 e 9 de junho com empresas interessadas para tirar dúvidas.

A publicação do edital está prevista para a metade de julho. A partir daí, as empresas terão 100 dias para apresentar as propostas de preços em envelope fechado e, então, haverá o leilão presencial em que uma empresa poderá ir cobrando os preços das demais.

A estimativa é que a concessão comece no início de 2021 e que as obras de recuperação de toda a pista da 287 sejam feitas a partir do 1º trimestre de 2021. O pedágio nas atuais praças da EGR passará ao novo valor quando a vencedora assumir. Já nas três novas praças (perto do trevo do Santuário, em Paraíso do Sul e em Tabaí), começará a haver cobrança em 2022.

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O atual projeto prevê a recuperação da pista no primeiro ano e a duplicação dos trechos urbanos nos anos 3 e 4 da concessão (ou seja, em 2023 e 2024). De Tabaí a Novo Cabrais, a duplicação dos trechos rurais será nos anos 6, 8 e 9. E de Novo Cabrais ao trevo do aeroporto de Santa Maria, a duplicação sai, no máximo, entre ou anos 19 e 21 - será feita antes se o volume atingir 18 mil eixos equivalentes por dia. A Faixa Nova ficou fora da duplicação.

A mudança mais recente foi a inclusão de terceiras faixas entre Novo Cabrais e Santa Maria. Nesses 71 km da rodovia, o governo previu a necessidade de construir 7 km de terceiras pistas. Em cada sentido, nos anos 3, 4 e 5 da concessão, serão construídas três terceiras pistas, mas dois trechos urbanos duplicados e rotatórias alongadas, que permitirão ultrapassagens de veículos mais lentos.

A concessão vai durar 30 anos, mas as obras de duplicação estão previstas para começar no 3º ano após a assinatura do contrato, e acabar no 21º ano, no máximo. Se volume de tráfego crescer, poderá ser realizada ainda antes. 


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