Deni Zolin

De 20 casas às margens da Travessia Urbana, 18 foram removidas

Retirada de famílias permitirá agilização das obras. Liberação de verbas também vai ajudar a aumentar ritmo de trabalhos


A remoção de casas que estavam no trajeto das obras de duplicação da Travessia Urbana de Santa Maria está na reta final. Das 20 moradias, 18 já foram retiradas, e as outras duas famílias vão se mudar em breve para as novas casas compradas com verbas do Dnit, por meio da chamada compra assistida. Segundo o Dnit, das quatro famílias que moravam perto da passarela da Urlândia, todas já se mudaram para novas moradias, e as casas já foram removidas. Perto da Cohab Santa Marta, das 16 casas, 14 já foram destruídas, e a 15ª família deve se mudar nesta sexta-feira, enquanto a última deve sair assim que for assinada a escritura da nova residência onde vão morar. Com isso, estão avançando as obras de construção do aterro do viaduto de acesso da Nova Santa Marta. Operários e máquinas estão construindo a via lateral e o trevo embaixo do viaduto. Em breve, quando a última casa for removida, poderão concluir o aterro.

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O aumento do ritmo de obras também ocorreu recentemente porque o governo federal liberou os empenhos (autorização de verbas para gastar) da duplicação da Travessia Urbana para este ano. Até dezembro, as construtoras do lote 1, cujas obras se concentram no Trevo da Uglione, têm R$ 11 milhões para gastar, enquanto as do lote 2, da reta da Urlândia até a ponte do Arroio Taquara, perto da Ulbra, terão mais R$ 18 milhões.

QUAIS TRECHOS TERÃO PRIORIDADE DE OBRAS

No caso do Trevo da Uglione, os trabalhadores estão concentrados agora na trincheira. As equipes terão de concluir primeiro os pilares maiores para permitir a instalação das vigas do segundo viaduto, o que depende de guindastes. Só depois será possível escavar o restante da trincheira embaixo do viaduto. Por isso, o Dnit não dá prazo exato para a liberação desse segundo viaduto da Uglione, que terá as duas pistas do tráfego no sentido Urlândia-Estação Rodoviária. A tendência é que ele seja concluído até o final de 2021 ou no começo de 2022, mas tudo dependerá da liberação de verbas e do andamento das obras. Depois, ainda será preciso terminar as trincheiras (pistas abaixo do nível do solo), que servirão para o trânsito no sentido São Sepé-Júlio de Castilhos e vice-versa - quando elas foram liberadas, veículos e carretas que fazem o transporte da safra para o porto de Rio Grande não precisarão mais parar no trevo da Uglione. Além disso, no lote 1, há equipes trabalhando em acabamentos, como meio-fio.

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Já no lote 2, da Urlândia ao Arroio Taquara, a prioridade total é na conclusão e liberação do viaduto da Santa Marta, cuja estrutura de concreto já está pronta, mas ainda faltam as rampas, o entorno e o trevo na parte inferior. Outra prioridade é concluir a passagem inferior da Rua Capitão Vasco da Cunha, o que depende da realocação de alguns postes de energia para a retomada. Nas próximas semanas, deve ser liberado o tráfego também na ponte do Cadena, que foi reconstruída. Com isso, os motoristas poderão utilizar as quatro pistas das duas pontes sobre o arroio. Com esses trabalhos do lote 2, os planos do Dnit são liberar o tráfego já duplicado do Cadena até o viaduto da Santa Marta, mas em data ainda incerta, pois dependem da liberação das verbas. Da Santa Marta até o Arroio Taquara, o tráfego já está utilizando as quatro pistas. Ainda não há previsão de início da construção da passagem inferior (espécie de túnel) de acesso à Urlândia, pois antes é preciso fazer um desvio pela lateral da rodovia.

Com os quase seis meses de lentidão das obras no começo deste ano, devido à demora para liberar as verbas do Orçamento, o que ocorreu só no final de maio, a previsão de concluir os 100% da duplicação da Travessia este ano não será mais possível. Hoje, 91% da travessia está pronta. O Dnit trabalha agora com a previsão de terminar os 14,5 km da duplicação em 30 de junho de 2022. Lembrando que a obra começou em dezembro de 2014 e tinha prazo de três anos, mas acabou atrasando devido a atrasos nos repasses de verbas.


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