colunistas do impresso

O caminho de Cristo, o nosso caminho!

Nessa semana, fomos convidados a relembrar e seguir os últimos passos, atos, gestos e palavras deste homem incrível

Chegamos a mais uma sexta-feira santa. Dia em que no mundo inteiro, principalmente, os cristãos conscientes, param para refletir, para acompanhar a história real de um homem que passou toda sua vida fazendo unicamente o bem, falando somente a verdade, respeitado todas as pessoas sem discriminação. Falo de um homem sincero, verdadeiro, justo e irrepreensível em suas atitudes e em sua postura e conduta, mas a inveja, a prepotência, o ciúme e a maldade humana levaram-no à Cruz.

Nessa semana, fomos convidados a relembrar e seguir os últimos passos, atos, gestos e palavras deste homem incrível, único e apaixonante em seu comportamento. Na verdade, ele que não era apenas humano, mas, um Homem-Deus.

Nesta sexta-feira, recordemos esse Homem-Deus que foi torturado, sofreu quedas, suou sangue, crueldade impensada fora de todos parâmetros e, mesmo assim, não houve nenhum lamento, nenhuma queixa, nenhum sinal de revolta, vingança, raiva ou ódio. Aconteceu exatamente o contrário! Emocionantes gestos de ternura e de solidariedade. Relembremos Verônica, Cirineu e as mulheres consoladas por Ele; relembremos também o emocionante e dramático encontro com sua amorosíssima Mãe no caminho que o levou ao calvário.

Nessa figura, ocultava-se o Salvador do mundo. Vamos relembrar suas últimas sete palavras que poderiam ter sido de maldição ou de vingança pelas injustiças que foi acometido. No entanto, não foi isso que ocorreu. Vejamos: primeira palavra - "Pai perdoa- -lhes porque não sabem o que fazem".

Coerência total! Havia pregado a misericórdia, agora, exerce-a. Quem de nós seria capaz de perdoar os algozes?

Segunda palavra - "Em verdade eu te digo, hoje, estarás comigo no paraíso"- disse ao ladrão arrependido. Bastou uma palavra para ser perdoado.

Terceira palavra - "Mulher eis aí teu filho, disse ao discípulo: eis aí tua Mãe". No meio de tanto sofrimento, teve a sensibilidade da dar-nos sua mãe.

Quarta palavra - "Meu Deus, meu Deus por que me abandonaste". Nessa hora, falou o homem que sente o abandono total, mas em seguida fala o homem-Deus, "não se faça, porém, a minha vontade, mas a tua*!

Quinta palavra - "Tenho sede". Não era somente de água, mas de salvação, sede de que a humanidade entendesse seu amor. Sede de paz na terra!

A sexta palavra: - "Tudo está consumado"! Missão cumprida, chegou ao fim.

A sétima palavra - "Pai em tuas mãos entrego meu espírito"! Palavra de vitória, de missão cumprida, de obra realizada!

Agora, era só esperar o momento final da vitória definitiva, a vitória sobre a morte. Aqui está o fundamento de nossa fé. Esse é, também, o nosso processo. Cada um com sua cruz, seu calvário, suas quedas, suas Verônicas, seus Cireneus, suas aflitas mães. É certo que passaremos pela cruz, mas é certo, tambérm, que não ficaremos nela. Nós, pela força salvadora de Cristo, teremos a nossa manhã da ressurreição.

Abençoada Páscoa

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