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Everest e a competitividade

Os mundos da escalada e dos negócios não são para amadores. Exigem tolerância e competência

O período de maio a junho, a primavera da escala, é o mais esperado pelos montanhistas do mundo inteiro. E este ano, os números de alpinistas tentando escalar o monte mais famoso e sinistro do Mundo - o Everest - são enormes. No total, são mais de 381pessoas contra os 341 de 2018. Segundo o governo do Nepal. Por que será que tantas pessoas querem fazer isso?

Acredito que estamos em uma fase onde muitas pessoas querem testar os seus limites. Contudo, o que está ocorrendo é que muitas pessoas, ao escalar esse monte, estão morrendo. Fazendo uma analogia com o mundo empresarial, dado às circunstâncias específicas, seria como acontece atualmente no Brasil, isto é, abrem-se muitas empresas de todo tipo e tamanho e em seguida, em menos de dois anos, fecha-se a maioria das empresas. Acontece que a constituição de uma empresa e, principalmente, a gestão empresarial não são uma aventura.

Pois bem, tanto no mundo da escalada como no empresarial se precisa de processos e conhecimento para se alcançar os objetivos. A motivação é importante, mas não é tudo. As habilidades e o conhecimento técnico são fundamentais para se atingir o topo. Preparar-se e dedicar-se são itens necessários para os desafios do mundo dos negócios e da escalada. Precisa-se de muita concentração e orientação de profissionais, ou de pessoas com mais experiência. Tanto o mundo da escalada como dos negócios não são para amadores, exige-se competência e um pouco de tolerância.

O resultado disso são várias "mortes" atualmente no mundo empresarial. E lá no cume do Everest está morrendo vários alpinistas. A causa poderá ser a falta de preparo, ansiedade e a falta de um processo bem estruturado.

Outro fato alarmante é a poluição acumulada na montanha. Estima-se mais de 10 toneladas a cada semana. Lembre-se que hoje a nova concepção de produzir bens e serviços no mundo é a produção ecologicamente eficiente. Aqueles que não produzirem desta forma estarão fora do mercado. Percebe-se que os critérios ambientais terão que ser revistos lá no monte Everest.

Ora, o objetivo do texto é comparar os processos de gestão empresarial com a maneira de como os escaladores estão conquistando o cume do Everest. Ambos devem ter muita competência e preparo para encarar esse desafio. A aventura por si só não se sustenta nesses desafios mais competitivos. Então, se preparar bem e adequadamente poderá ser a solução para evitar as mortes dos alpinistas e das empresas. O mundo dos negócios muda constantemente e o conhecimento técnico e o planejamento são as armas para a melhor gestão dos negócios.


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